quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Homenagem a Reynaldo Roels no MAC

A exposição Memória de um olhar – homenagem a Reynaldo Roels Jr, poderá ser conferida,de 04 de janeiro a 13 de março, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói.

Com curadoria de Rosana de Freitas e Guilherme Bueno, a mostra se dá por ocasião do lançamento do livro que reune sua crítica de arte, e procura apresentar ao público uma seleção de artistas e obras vinculadas ao momento em que ele passa a acompanhar de perto a cena contemporânea. Reynaldo Roels (1951-2009) foi responsável pela curadoria inaugural do Museu de Arte Contemporânea de Niterói em 1996, além de outras mostras de seu acervo, composto pelas Coleções João Sattamini e MAC-Niterói, das quais era profundo conhecedor.


Reynaldo Roels Jr.

Crítico de arte do Jornal do Brasil na segunda metade dos anos 80 e curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro entre 2007 e 2009 (onde anteriormente exercera também as funções de Coordenador do Núcleo de Teoria e Pesquisa e a curadoria da Coleção Gilberto Chateaubriand), Reynaldo dirigiu ainda a Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Seu universo reflexivo abrangia, para nos limitarmos à arte brasileira dos séculos XX e XXI, a leitura de obras e artistas referenciais da modernidade até o presente, destacando-se nesse arco os desdobramentos das produções vindas do experimentalismo dos anos 60/70 e dos novos artistas surgidos a partir da década de 1980. Aí surgem questões como o sempre debatido “retorno à pintura” naquele momento, uma abordagem da história da escultura moderna e contemporânea no Brasil, os encontros e conflitos entre uma visualidade erudita e outra popular que perpassariam de diferentes modos nosso imaginário contemporâneo.



Serviço:

Exposição Memória de um olhar – homenagem a Reynaldo Roels Jr
Visitação: 04/01 a 13/03
Horário: terça a domingo das 10h às 18h. (aberto até 19h aos sábados e domingos durante o horário de verão)
Preço: R$5 (estudantes R$ 2,50; entrada franca para adultos brasileiros acima de 60 anos e crianças até 7 anos. Quarta-feira entrada franca para todos os visitantes)
Local: Museu de Arte Contemporânea de Niterói – salão
Mirante da Boa Viagem s/n
2620-2400

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Dica de jazz aqui, no Mausoleo Rivera

O Museu de Arte Contemporânea de Niterói, a Secretaria Municipal de Cultura e a Fundação de Arte de Niterói apresentam o Projeto Cine Jazz, que acontece nos dias 04, 05, 11 e 12 de dezembro, a partir das 16h, no auditório do MAC.

A mostra de filmes históricos tem grandes nomes do jazz norte-americano das décadas de 50 e 60. Os filmes fazem parte do acervo particular do curador da mostra, o produtor e pesquisador carioca Paulo Renato Rocha, que trabalhou com artistas como Dexter Gordon, Wayne Shorter, Herbie Hancock, Joe Pass e Baden Powell. Após as sessões, serão realizadas mesas de debate que terão um músico convidado a cada dia.

Paulo Renato Rocha é jornalista e produtor musical, trabalhou na Sony Music, na Globo FM e nas casas de show Jazzmania e Mistura Fina. Foi diretor artístico da Niterói Discos e hoje é diretor de palco do Teatro Municipal João Caetano.


Programação:

• Sábado 4/12/2010, às 16h
Filmes: Cannonball Adderley Quinteto (1961) & Gerry Mulligan Quarteto (1962)
Músico convidado: saxofonista Zé Canuto







• Domingo 5/12/2010, às 16h
Filme: Miles Davis Quinteto (1964)
Músico convidado: pianista Kiko Continentino

• Sábado 11/12/2010, às 16h
Filmes: Bill Evans Trio (1965) & Count Basie (1968)
Músico convidado: pianista Marcos Nimrichter

• Domingo 12/12/2010, às 16h
Filmes John Coltrane c Wynton Kelly Trio (1960) & John Coltrane Quarteto (1963)
Músico convidado: saxofonista Léo Gandelman

Outras informações:
Paulo Renato Rocha (21) 75376111
rocha.paulorenato@yahoo.com.br

Serviço:

Projeto Cine Jazz – MAC
Data: 04, 05, 11 e 12 de dezembro
Horário: 16 horas
Museu de Arte Contemporânea de Niterói - auditório
Mirante da Boa Viagem, s/nº - Icaraí.
2620-2400 • Fax: (21) 2620-2481
www.macniteroi.com.br

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Observação do Céu no MAC-Niterói



O Museu de Arte Contemporânea de Niterói e a Casa da Descoberta da UFF realizarão mais uma Observação do Céu, no dia 18 de novembro, às 18h no pátio do Museu. O evento será gratuito, com telescópios a disposição do público para observação da lua, planetas e estrelas. Haverá ainda oficina de construção de luneta com Omar Martins, do Museu de Astronomia e Ciências Afins- MAST, no auditório do museu.

Serviço:

Observação do Céu – MAC
Data: 18 de novembro
Horário: a partir das 18 horas
Gratuito
Local: Museu de Arte Contemporânea de Niterói
Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/nº - Icaraí.
2620-2400 • Fax: 2620-2481
www.macniteroi.com.br

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

“Cartas à Julie-Marie” faz ótimo trabalho independente

Banda tinha doze músicos em 2007 e virou trio, lançando SMD de estréia este ano


Nem sempre produtores e jornalistas recebem boas bandas novas. A tecnologia já permite, há mais de uma década, que artistas de qualidade inferior produzam seus sons e tentem a sorte por aí. Melhor para o consumidor, que pode selecionar ainda mais o que leva para casa e mostra pros amigos.




Não tenha vergonha de mostrar em uma rodinha de amigos moderninhos o SMD independente da banda “Cartas à Julie-Marie”, um projeto que tinha mais de doze músicos quando surgiu, em 2007, e hoje traz apenas Alex Frechette (voz e piano), Andréa Amado (bateria) e Peter Strauss (guitarra). As onze faixas trazem nomes em francês, como a introdução instrumental “Le Prélude” ou a chicletônica “La Découverte”. Já “Le Risque” lembra demais os primeiros (e únicos) CDs da banda Acabou La Tequila, dos anos 90.



Eles misturam rock, jazz e valsa, sob a produção deles mesmo e de Renato Godoy. Quase todas as obras são de Alex, exceto “La Lettre”, que é dele e de Guidi Vieira. O disco levou dois anos para ficar pronto, passou pelos estúdios Fibra, Rumori, BPM, Forum, Icaraí, Pep e pelas casas de Alex, Andréa, Strauss, Daniel Martins e Maurice Velte. Foi gravado por Renato Godoy, Felipe Zenicola, Strauss, Paulo Gehm, Miguel Coniff, Gabriel Martins, Pep e Maurice Velte. Como se não bastasse, teve a faixa “Le Jeu” masterizada por Christian Wright no Abbey Road, em Londres.

Diversos convidados, como Pedro Selector (B Negão & Os Seletores de Frequência) foram convidados para dar corpo ao disco. Ele toca trompete na faixa “Le Monde”, enquanto Luciano Corrêa faz o violoncelo nas faixas três, cinco e onze. Nos agradecimentos, Claudia reitberg (Revista Rock Press), Raul Albornoz (produtor gaúcho que lançou Jupiter Maçã) e Edu K (Defalla) dão legitimidade ao trio. Para conferir vc também, vá ao site oficial www.cartasajuliemarie.com.br (Leonardo Rivera)

domingo, 31 de outubro de 2010

‘Antimoderno’ é um dos melhores lançamentos nacionais de 2010

Márcio Tucunduva renova sua ótica sobre criação musical em segundo álbum








Depois do CD de estréia, Etanoise, de 2003, o cantor, compositor e guitarrista Marcio Tucunduva surge em 2010 com o álbum Antimoderno e, nele, combina MPB, blues, ritmos brasileiros com guitarras, baixo e bateria de rock’n’roll. Já na faixa-titulo, primeira do CD (com distribuição da Tratore – LINK), ele mostra a que veio e qual estilo de sua produção, assinada por Marcos Ottaviano, grande nome brasileiro da guitarra blues.



Realmente, ele começa muito bem. A letra diz “Eu sigo andando/Dando pouca bobeira/Sem levantar poeira, sem levantar bandeira/Sem esperar a banda passar”. São apenas dez músicas, mas pelo menos não sobra nada, é um disco enxuto e fiel, como uma faca de corte profundo. Vale destacar “Entre a cana e o tédio”, “No meio do caminho” e “Caixa-Forte” – e isso não invalida as outras canções deste álbum que preza pela unidade sonora. Também participaram desta concepção o baixista Andrei Ivanovic, o baterista Mario Fabre, o produtor Alexandre Fontanetti e o engenheiro de som americano Roy Cicala, que já trabalhou com John Lennon. Finalizando, foi masterizado por Tom Waltyz, em Boston, EUA.

Um dos “professores” de Tucunduva foi Raul Seixas, quando era vizinho do baiano em São Paulo, aos 13 anos. Com Raulzito ele teve aulas de violão, gravou fitas caseiras e o seguiu no estúdio durante a gravação de seu penúltimo disco. Márcio seguiu tocando e cantando em diversas bandas, até vir morar no Rio e produzir ‘Enjoado Jungle’ com Muu Carvalho (A Cor do Som), canção que virou tema de um dos personagens da novela Vila Madalena, da Rede Globo. Agora, em 2010, Marcio Tucunduva firma o pé como uma das grandes novidades do rock ‘crossover’ feito em Terra Brasilis. Parabéns pelo som! (Leonardo Rivera)

domingo, 24 de outubro de 2010

Antonia Adnet apresenta seu CD de estreia, Discreta

Violonista da banda da cantora Roberta Sá há mais de 4 anos e formada em música pela UNI-Rio, Antonia assina 7 das 12 faixas e quase todos os arranjos do disco, além de ter produzido o disco em parceria com seu pai, Mario Adnet. No CD, ela conta com as participações especiais da própria Roberta Sá (no samba Discreta - parceria de Antonia e João Cavalcanti), do primo Marcelo Adnet (na parceria de Mario Adnet e Bernardo Vilhena - Pessoas Incríveis) e de João Cavalcanti (em Quero Um Xamego - de Dominguinhos e Anastacia). E, além das composições de lavra própria, Antonia apresenta um choro inédito de um de seus maiores mestres, Moacir Santos, e uma parceria de Mario Adnet com a cantora e compositora nissei Lisa Ono, entre outras.
No palco, Antonia Adnet é acompanhada pelos músicos Ricardo Rito (teclado/acordeom), Pedro Mangia (contrabaixo) e Antonio Neves (bateria).

Depoimentos

"Antonia é flor da delicadeza, mas sem perder a firmeza. Seu violão soa seguro e limpo e faz àqueles que olham crerem que é ofício facílimo. A menina passa uma segurança que normalmente só é conferida aos que têm mais de década de rodagem. Isso tudo a diferencia e a credencia como grande instrumentista já. Antonia é o futuro do presente. Palavra de fã." • Pedro Luís


A violonista, compositora, arranjadora e cantora Antonia Adnet apresenta seu CD de estreia, Discreta, dia 27 de setembro, no Teatro Solar de Botafogo. O show contará com as participações especiais de Pedro Miranda e do violonista Daniel Basílio


"Do alto de meus quase 40 anos de estrada, posso falar de cadeira sobre como é difícil, ainda hoje, para uma pessoa que tenha tido a dor e a delícia de nascer do sexo feminino, assumir uma liderança. Principalmente quando esta liderança se refere à música, grupos musicais, domínio de instrumento, arranjo, regência, composição... Nossa MPB é ainda predominantemente masculina, e na área instrumental isso se mostra ainda mais frequente. O que é comum no universo do jazz, por exemplo - com grandes band-leaders do tope de Maria Schneider, Toshiko Akyoshi, Carla Bley e muitas outras - torna-se raridade por aqui. Por isso saúdo a chegada de Antonia Adnet a esta difícil, porém riquíssima seara, pronta para ser desbravada.
Aos 24 anos, instrumentista de pegada firme e segura, compositora, arranjadora que não teme desafios (como o de reduzir para pequena formação a obra monumental de um de seus mestres, Moacir Santos), ela segue na trilha de Chiquinha Gonzaga e outras raríssimas mulheres do Brasil que ousaram empunhar a batuta num mundo de homens.
Que seja bem-vinda e nos encha de alegrias com sua música!" • Joyce

Serviço:

Antonia Adnet - Discreta
27 de outubro, quarta-feira, 22h
Teatro Solar de Botafogo
Rua General Polidoro, nº 180, Botafogo
R$ 40
R$ 30 (100 primeiros)
R$ 20 (meia entrada e lista amiga > contato@antoniaadnet.com )

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

“Noel - Feitiço do Samba” no Centro Cultural Light

Dia 21 de outubro - quinta-feira – GALOCANTÔ faz homenagem ao poeta da Vila




O Grupo Galocantô, é quem sobe ao palco do Centro Cultural Light, no dia 21/10, quinta-feira para prestar sua homenagem a Noel Rosa. Formado por Rodrigo Carvalho, Leo Costinha, Edson Cortes, Lula Matos, Jorge André (todos estes percussão e voz), Pablo Amaral (cavaco e voz) e Marcelo Correia (violão de 7 e voz), essa boa safra de músicos se uniu no final da década de 90, momento em que a Lapa passava por uma estruturação. O grupo nasceu sob a influência de nomes do quilate de Candeia, D. Ivone Lara e Fundo de Quintal, entre outros.

Uma homenagem ao centenário do compositor da Vila
De setembro a dezembro, todas as quintas-feiras


Galocantô é considerado um dos principais grupos de samba da atualidade, foi indicado ao premio da Música Brasileira 2010 - categoria "Melhor Grupo de Samba". O grupo está lançando seu segundo CD "Lirismo do Rio" e vai apresentar ao público um pouco deste repertório, que tem canções inéditas, muitas de autoria dos componentes do Galo. Outras de grandes mestres consagrados. E algumas regravações do fundo do baú. Em comum, a poesia revelada em cada esquina carioca, nas praias, nos bares e nas rodas. Tudo vira samba em "Lirismo do Rio".
Em homegagem a Noel, Galocantô apresentará "Provei", "Palpite Infeliz", "Último Desejo", entre outras.

Para celebrar o centenário de Noel Rosa e interpretar os maiores sucessos do Poeta da Vila, duas gerações do samba brasileiro subirão ao palco do Teatro do Centro Cultural Light, de setembro a dezembro de 2010, no centro do Rio de Janeiro, com uma série de espetáculos musicais no projeto Noel – O Feitiço do Samba.

Entre os convidados do projeto estão Elton Medeiros, Nelson Sargento, Velha Guarda da Vila Isabel, ligados às tradicionais Escolas de Samba, que iniciaram a sua trajetória nas rodas de samba dos morros cariocas freqüentados por Noel. Do outro lado, os sambistas da nova geração que reverenciam a obra do artista e perpetuam a obra em CDs e participações especiais em filmes e musicais, entre eles Pedro Miranda, Marcos Sacramento, Henrique Cazes e Cristina Buarque, Zé Renato, os grupos Anjos da Lua e Batuque de Cozinha.

Serão 14 apresentações, sempre às quintas-feiras, às 12h30, com entrada gratuita, porém as senhas devem ser retiradas a partir das 11h30.

Noel Rosa enfeitiçou o samba. A magia das suas poesias e composições inovou o gênero e tudo o que aconteceria em nossa música nas décadas seguintes teria, de alguma forma, a sua marca. As letras falavam do cotidiano da época, narrando os conflitos sociais, o imaginário político e sentimental, num estilo único, inovador. Sua obra influenciou artistas como Chico Buarque, Paulinho da Viola e Caetano Veloso e continua influenciando artistas brasileiros da nova geração.

"O projeto é patrocinado pela Light e pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura
do Rio de Janeiro”

SERVIÇO: NOEL – O Feitiço do Samba
21/10 – Galocantô
Local: Centro Cultural Light - Av. Marechal Floriano, 168 -Térreo - Centro Rio de Janeiro.Metrô P. Vargas
Tel:2211-4515

QUINTAS – FEIRAS ÀS 12H30
ENTRADA FRANCA

RETIRADA DE SENHAS A PARTIR DAS 11H30
Classificação- livre
Capacidade – 194 lugares
Banheiro e rampa para deficientes

Programação Completa:


21- Galocantô
28 -Henrique Cazes e Cristina Buarque

NOVEMBRO

04- Marcos Sacramento
11 - Arranco de Varsóvia
18 - Elisa Addor
25 – Ana Costa

DEZEMBRO

02 - Anjos da Lua
09 - Batuque de Cozinha
16 - Velha Guarda da Vila Isabel

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

“Pintura Livre” na Sala José Cândido de Carvalho




A exposição “Pintura Livre”, de Fábio Gomes, poderá ser conferida a partir do dia 26 de outubro, às 19h, na Sala José Cândido de Carvalho.
Fábio Gomes, nascido em Vitória, ES, agosto de 1969. Formado em Comunicação Social- Jornalismo, pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Pesquisa e produz sua pintura livremente, sem vínculo com nenhuma escola e curso. Baseia seus trabalhos nas figuras dos coloristas e dos muralistas. Desde 2005 vem expondo suas peças em coletivas e participou da IV Mostra de Arte do Pólo Universitário Rio da Ostras/UFF. Atualmente participa também como coordenador de uma oficina de artes para crianças de nove a 14 anos.
Seus trabalhos passeiam pelas técnicas do óleo, guache, mista, acrílico, carvão natural, utilizando suportes diversos como a lona, a tela, a madeira, o papel, o eucatex, a persiana, o isopor.
Neste período de atividade tem obras expostas em coleções particulares no Brasil, Bélgica, Áustria e Alemanha.

Relação dos quadros

1. Araribóia não volta pra cá
Óleo sobre lona, 2,60 x 1,60m

2. AH!
Óleo sobre lona, 1,60 x 1,60m

3. Circo Bandeira
Óleo sobre lona, 1,60 x 2,60m

4. Papéis diversos em técnica mista, no formato 0,50 x 0,70m e 1,00 x 0,70m



Serviço:

Fábio Gomes – Sala José Cândido de Carvalho
Abertura: 26 de outubro, às 19h
Visitação: até 22 de novembro
Horário: Segunda a sexta-feira, 9 às 17h
Gratuito
Local: Sala José Cândido de Carvalho
Endereço: Rua Presidente Pedreira, 98 – Ingá
2621-5050

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

KICK ME invade a BOX 35 neste sábado

A festa KICK-ME chega com a proposta de trazer para Niterói um evento de qualidade e diversificação. Em sua primeira edição, foram selecionadas bandas e Djs que tem se destacado no cenário cultural carioca.
No palco LIVE, teremos a apresentação das bandas Gilber T, que acaba de lançar seu disco “Eu Não Vou Morrer Hoje” na final das seletivas do Laboratório Pop (Festival MADA) e MotherFunk, com canções do recente álbum lançado ao vivo, além de covers. Nas pick-ups os Dj’s Preto Serra, da renomada Festa Blax, e a Tataogan, que freqüentemente se apresenta no Circo Voador ao lado de grandes nomes da música brasileira.



Festa estréia como melhor opção alternativa de uma cidade que já fez história na noite





Um ambiente de muito Funky, Soul, Rare Grooves, Dubstep e Brazucas empolgantes. KICK-ME surge com a proposta de valorizar a pista de dança, tendo o Groove como principal combustível para sua noite!
SÁBADO
28 DE AGOSTO, ÀS 23:30

LOCAL: BOX 35 (Rua Cel. Tamandarino, 35.São Domingos, Niterói - Próx.Cantareira)
R$ 12 até 0:30 (listaamiga.com/festakickme)
R$ 17 até 0:30
R$ 20


WWW.KICKME.COM.BR

LINE UP

PISTA 01 – LIVE

PRETO SERRA (Festa Blax)
GILBER T + DE LEVE
MOTHERFUNK
DJ TATAOGAN (RESIDENTE)

PISTA 2 – GROOVE

TIAGO RUBINI
CHICO ABREU
PEDRO PIU (Rio Cabana)
PINAUD (RESIDENTE)

++ Vj BMarques
++ Vj produtora Plus Ultra

Gilber T = www.myspace.com/gilbert2604
Preto Serra = http://festablax.multiply.com
Motherfunk = www.myspace.com/motherfunkbr
Tataogan = www.myspace.com/tataogan
Tiago Rubini = http://tiago.bandcamp.com/
Chico Abreu = soundcloud.com/chico-abreu
Pinaud = www.soundcloud.com/joaopinaud
Pedro Piu = soundcloud.com/pedrop

domingo, 1 de agosto de 2010

Niterói luta por mais espaços culturais

Infelizmente, estamos vivendo um problema que nunca existiu antes em Niterói: falta de políticas públicas e espaços para a cultura, utilizados de forma inteligente. Está um "marasmo cultural" e ninguém está conseguindo realizar nada nesta cidade.

Bem que profissionais de produção artística já tentaram de tudo, mas não conseguiram. Então, estamos postando aqui no CIDADE CULTURAL o manifesto do carlos Gomes, do Arte Jovem Brasileira, como forma de apoio.


ATENÇÃO ARTISTAS DE NITERÓI
A CANTAREIRA É NOSSA!?


Quem está sentindo falta de espaço cultural na cidade levanta a mão! Como cada um de nós pode contribuir para que a Cantareira seja nossa?

Nossa luta pela reabertura da CANTAREIRA como um espaço de convivência cultural dará um importante passo no próximo dia 12 de agosto na Praça de São Domingos onde num ato público organizado pela sociedade civil organizada, pediremos explicações e atitudes dos nossos governantes quanto a falta de espaços culturais acessíveis ao povo em Niterói.

E nesta segunda, dia 02 de agosto, o Arte Jovem Brasileira convoca a todos os artistas e grupos culturais para um debate sobre a questão que servirá de mobilização para a participação no Ato.

Compareçam e tragam os seus ao Espaço Convés nesta segunda-feira, dia 02 de agosto as 20h em ponto (término previsto para as 21h).

Neste dia acontece uma edição da Mostra de Arte Sincera do Arte Jovem e quem quiser e puder permanecer no local muito nos honrará.

O ingresso para os participantes do debate será gratuito.

Contamos com a sua força!

Assinam esta convocatória os seguintes grupos:

Movimento Arte Jovem Brasileira
Movimento POP Goiaba
Coletivo Araribóia Rock


O espaço Convés fica na R. Cel Tamarindo, 137, Gragoatá, Niterói – RJ.
Mais informações pelo email: carlos@artejovem.org
Informações sobre a programação da noite: www.artejovem.org


Carlos Gomes
www.artejovem.org
21.8775-5522

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Moska lança novo trabalho no Teatro Municipal de Niterói

Cantor e compositor estreia turnê de ‘Muito Pouco’

Depois de seis anos sem gravar um disco de inéditas, o cantor e compositor Moska lança dois álbuns – Muito e Pouco – pela gravadora Biscoito Fino e estreia nova turnê no Teatro Municipal de Niterói no próximo final de semana, dias 17 e 18 de julho (sábado e domingo).

No repertório, além das novas canções “Deve ser o amor”, “Semicoisas”, “Soneto do teu corpo”, “Sinto Encanto” e “Muito Pouco” – estas duas últimas já estão entre as mais tocadas das rádios cariocas – sucessos como “A Seta e o Alvo”, “Lágrimas de Diamantes”, “Pensando em Você” e “Tudo novo de novo” estão no show.

Acompanhando Moska no palco do Teatro Municipal de Niterói os músicos Daniel Lopes (violões, guitarra e vocais), Dunga (baixo), João Viana (bateria) e Sacha Amback (teclados).

moska muito pouco
Depois de treze anos e seis discos como contratado de uma gravadora multinacional, (Paulinho) Moska se tornou um artista independente em 2004, quando seu disco “Tudo Novo de Novo” foi lançado pelo seu próprio selo, o Casulo. A partir desse momento Moska se diversificou em atividades aparentemente distintas, mas que em sua obra vêm se misturando e se completando, nos levando a mergulhar no universo poético que ele nos propõe com suas inspiradas canções e fotografias.

Seja na instigante série de autoretratos em objetos espelhados nos banheiros de hotéis que ilustravam o encarte do disco anterior, ou nos encontros com os compositores brasileiros na sua série de TV e rádio “ZOOMBIDO” ou ainda, nas exposições fotográficas que passou a fazer a partir desses trabalhos, o olhar de Moska vem se manifestando com beleza e diversidade, destacando-o no cenário brasileiro como um artista “multifacetado”.

Desde 2004 Moska não lança um disco de estúdio. Em 2007 o DVD “Mais Novo de Novo” trouxe, além do show ao vivo, uma espécie de filme/documentário/ficção que contava um pouco sobre o processo criativo das canções inspiradas nos tais autoretratos nos banheiros.

Seu novo projeto se chama MUITO POUCO. São dois discos (MUITO e POUCO) com nove canções cada um. Antes de escutá-los, vale à pena dar uma conferida no encarte porque mais uma vez as linguagens estão amalgamadas…jogos de palavras e imagens expressivas se compõem para se tornarem também uma espécie de “cinema”. Musicalmente, MUITO POUCO é um projeto de belas canções, com melodias que grudam nos ouvidos, tocadas e cantadas com uma rara honestidade.

MUITO é um disco mais cheio, com bateria em todas as faixas, som de banda tocando… mas longe de ser pesado. As letras são mais “ativas” ou “extrovertidas”, como na canção já gravada por Maria Rita que dá nome ao projeto (Muito pra mim é tão pouco / e pouco é um pouco demais / Viver tá me deixando louco / não sei mais do que sou capaz / Gritando pra não ficar rouco / em guerra lutando por paz / Muito pra mim é tão pouco / e pouco eu não quero mais). Nesse “lado A” de MUITO POUCO escutamos vozes e arranjos mais viscerais, mas há também espaço para baladas: “Ainda” (gravada com os músicos do Bajofondo Tango Club, grupo argentino/uruguayo de tango eletrônico que brilha também no instrumental da canção “Muito Pouco”) e “Quantas Vidas Você Tem?”, que foi trilha da novela “A Favorita” da Rede Globo. Já “Soneto do Teu Corpo”, parceria de Moska e Leoni gravada por Mart’nália e também por Leoni ganha agora uma versão mais vigorosa, com direito a “scratch” feito pelo uruguayo Luciano Supervielle. Como curiosidade, o disco MUITO começa com uma vibrante canção sessentista chamada “Devagar, divagar ou de vagar?” (E se ainda não cheguei / é porque gosto de parar / em cada esquina / devagar / pelo caminho que me leva / até você me encontrar) e termina com outra chamada “Antes de Começar”. O MUITO começa devagar e termina antes de começar. Poesia?

POUCO é um disco mais vazio, sem bateria (às vezes com alguma percussão), som de casa… mais leve. As letras são mais “passivas” ou “introvertidas”, como na belíssima canção já gravada por Maria Bethania “Saudade”, parceria de Moska e Chico Cesar - que canta e toca com ele no disco - acompanhados do delicado acordeon de Cezinha Silveira (Saudade / A lua brilha na lagoa / Saudade / A luz que sobra da pessoa / Saudade igual farol / Engana o mar / imita o sol / Saudade / Sal e dor que o vento traz). Nesse “Lado B” de MUITO POUCO escutamos vozes e arranjos mais intimistas, mas também há espaço para o vigor de “Sinto Encanto”, parceria de Moska e Zelia Duncan já gravada por ZD e que traz Maria Gadú no côro de vozes. Zelia é coautora de mais duas faixas: “Não” (em que escutamos o delicioso vibrafone jazzy de Arthur Dutra) e “O Tom do Amor”. A voz de Gadú aparece também em “Oh, My Love, My Love”, canção em inglês do argentino/ americano Kevin Johansen, que canta e toca violão nessa mesma canção e na solar “Waiting for the Sun to Shine”, parceria tri-língue (português, espanhol e inglês) dele com Moska. Outra participação especialíssima é a do compositor e multinstrumentista argentino Pedro Aznar (ex-integrante da lendária banda de rock “Serú Girán” com Charlie Garcia e do “PatMetheny Group”) tocando baixo e piano no blues “Provavelmente Você” e cantando e tocando violão barítono em “Nuvem”, versão de Moska para a etérea “Nube”, do chileno Nano Stern. Como curiosidade, o POUCO começa com uma canção minimalista chamada “Semicoisas”, em que escutamos um “piano-toy” de criança anunciando a leveza do segundo disco (Nas semicoisas das coisas / Outras versões da verdade / Do outro lado do espelho/ Outro dobro metade) e termina com a já citada “Saudade”.

Em resumo, em MUITO POUCO temos em mãos muitas vozes e muitos violões de Moska acompanhados de seus convidados executando suas singulares canções. Ao fim da audição ficamos com a sensação de que o MUITO é um pouco mais e o POUCO é muito menos. Entre um e outro está o fio em que Moska se equilibra. E nos oferece, num lindo salto mortal, sua arte vital.

http://paulinhomoska.multiply.com/

Serviço: Lançamento do CD MUITO POUCO - MOSKA
Local: Teatro Municipal de Niterói – Rua Quinze de Novembro, 35 - Niterói
Dias: 17 e 18 de julho (sábado e domingo)
Horários: Sábado às 21h l Domingo às 20h
Ingressos: R$ 60 l R$ 30 (estudantes e pessoas acima de 65 anos pagam meia)
Classificação: 12 anos
Mais Informações: http://www.paulinhomoska.com.br l (21) 2620-1624

Testemunhas do fim de uma Era

  Estamos assistindo ao fim de uma geração que não tem substitutos à altura Vi um comentário do jornalista e crítico Mauro Ferreira (G1) ...