quinta-feira, 12 de julho de 2018

'Inventolândia' é destino indispensável nas férias

Museu das Invenções em São Paulo reúne diversos inventos que aguçam a imaginação das crianças

A Inventolândia é o museu do futuro. O futuro porque se trata da ciência e é por ela que podemos transformar as dificuldades em facilidades, tratar com praticidade. É o único da América Latina, igual não tem e o mais importante está na valorização dos inventores brasileiros: o que contribui com o desenvolvimento tecnológico do nosso país e tudo isso podemos observar no museu de modo interativo e divertido.

Você e seus filhos são curiosos? Querem ter a experiência de uma viagem às invenções mais criativas em um dos lugares mais fantásticos que se pode conhecer? O Museu das Invenções, aguça a curiosidade de todos, desde crianças até idosos, por ter um acervo com mais de 300 invenções de diferentes categorias: pets, sustentáveis, automobilístico, construção civil, jogos, música e, sem deixar de lado, as invenções malucas de Kenji Kawakami. O acervo da Inventolândia é marcado pelo inesperado, pela criatividade, pelas ideias mais inusitadas e inovadoras dos nossos inventores brasileiros, como por exemplo, a Boia Espaguete, a Calculadora Científica, a Maca para Animais e a Cama F1.


O museu possui dois andares repletos de objetos em exposição, os quais podem ser tocados e experimentados pelos visitantes, a visita é monitorada oferecendo orientação e retirando todas as dúvidas sobre a importância da invenção. Um bom exemplo é considerar a grande importância de se observar as invenções criadas pensando no desenvolvimento sustentável, se valendo da reciclagem e da reutilização de materiais específicos como o papelão, o plástico, o papel, a madeira. Como se pensar em novos produtos que facilitam o nosso dia-a-dia e que de alguma forma também sejam simples? Por que se importar com a sustentabilidade? Inventar é a capacidade de observar um problema e solucionar com criatividade, é aprimorar aquilo que se tem, é saber utilizar a sua dúvida, é tentar, é falhar e conseguir.

Achou interessante? Isso não é nem a ponta do Iceberg. Venha nos conhecer e ter essa experiência diferenciada com as crianças, a Inventolândia é uma das melhores opções de lazer turístico nas férias, ainda mais porque também é um dos únicos museus que estão abertos de segunda-feira. Quer ter um passeio cultural com a família e não sabe onde ir? Visite o Museu das Invenções.

Endereço: Rua Doutor Homem de Melo, 1109 – Perdizes, São Paulo.
Horário de Funcionamento: segunda à sexta-feira das 10h às 17h.
Entrada: R$15,00.

Crianças menores de 5 anos, homens com mais de 65 anos e mulheres com mais de 60 anos possuem gratuidade. Para grupos acima de 4 pessoas, não há isenção de valor do ingresso por faixa etária.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Cantora Marysa Alfaia lança novo álbum no Bottle's Bar




Artista convidou o "negro gato", Getúlio Cortes, para uma participação especial

Atendendo ao público que lotou recentemente sua apresentação na legendário Beco das Garrafas - por onde já passaram os criadores da Bossa Nova, a cantora Elis Regina e tantos grandes nomes - a cantora e compositora franco-carioca Marysa Alfaia volta ao Bottle’s Bar na próxima sexta-feira, dia 13 de julho, desta vez com o show “Feito um Vendaval”.

O título se baseia na canção homônima, uma parceria sua com o produtor musical Daniel Obino (Miragem Records), que deu início à produção de seu novo EP e fala da busca pela paz e da necessidade de renovação na maneira de se viver as relações, após os vendavais. Trata-se de um samba-soul, ritmo que permeia a atmosfera do show, o qual percorre a trajetória musical da artista desde o início da carreira na Europa até os dias atuais, passando por premiados álbuns, festivais e trilhas sonoras de novelas e filmes por lá e pelo Brasil.



Em fase de lançamento digital de seu novo EP “Guerreira Brasileira”, distribuído por Café Forte Música Digital - Sony Music, Alfaia apresenta uma performance diferenciada, desfilando com sua voz “black” e sensual um repertório cheio de suingue, poesia e beleza melódica, incluindo músicas autorais, como a faixa-título “Guerreira Brasileira” (uma parceria com Seu Jorge), entre outras novidades do samba-funk, além de releituras de clássicos do samba como “A Voz do Morro” (Zé Kéti), da bossa-nova como “O Barquinho” (Menescal & Bôscoli), do pop nacional como “Totalmente Demais”  e internacional como  “F...Comme Femme”, seu maior sucesso nas trilhas internacionais das novelas “Era Uma Vez” e “Tempos Modernos”, e atualmente no CD “Paris, Paris” (Som Livre).

O show traz também a participação especial de Getúlio Cortes, autor de sucessos como o “Negro Gato” e “Pega Ladrão” que Marysa Alfaia canta em shows pela Europa, desde o início de sua carreira musical no Quartier Latin em Paris. E recentemente teve o prazer de conhecê-lo pessoalmente, no mesmo Bottle’s Bar, surgindo daí o início de uma grande parceria e mais uma grande viagem nessa “ponte aérea musical” da artista.



Banda: Kiko Chavez – Violões
Fabrício Signorelli – Baixo
Messias Xavier – Bateria
Participação Especial - Getúlio Cortes

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Teatro da UFF recebe a lendária banda Azymuth


Na próxima quinta-feira (10) a banda Azymuth, uma das mais influentes do Brasil,  toca no palco do Teatro da UFF, em Icaraí.

Azymuth tem em sua discografia mais de 30 álbuns que consolidam uma carreira que se estende por mais de 45 anos. Combinando soul, funk e jazz com samba, a banda é responsável por criar um som e um estilo próprios ao qual deram o nome de 'Samba Doido'.

Tanto no palco principal do Montreux Jazz Festival como no North Sea Jazz Festival, fazendo um groove no Blue Note em Nova York, Tóquio ou Milão, no Ronnie Scott’s em Londres ou no Vienna’s intimate Birdland Club, o Azymuth impressionou e ainda impressiona o público com sua sonoridade única.

Sua história teve início nos anos 1960, no Rio de Janeiro. A cena da Bossa Nova e do jazz estava emergindo. O Rio era o melhor destino para as celebridades do mundo. Copacabana era o centro da criatividade. Morando no mesmo bloco de apartamentos e enquanto tocavam como músicos em bares, José Roberto Bertrami, Ivan Conti e Alex Malheiros decidiram começar a gravar juntos com o nome de Projeto 3.


Origem do nome Azymuth,  sucesso em trilhas de novela e reconhecimento internacional como uma das maiores bandas de jazz

No início dos anos 1970, antes deles realmente causarem rebuliço no meio musical, Marcos Valle convidou o trio para gravar o LP da trilha sonora que homenageava o grande piloto de Fórmula 1 brasileiro, Emerson Fittipaldi (O fabuloso Fittipaldi). Após o sucesso da trilha no Brasil, eles perguntaram ao Marcos Valle se poderiam usar o nome de uma das faixas (Azimuti) do disco, como o nome da nova banda. Daí a origem do nome.

A primeira gravação do grupo Azymuth foi um compacto de quatro faixas pela gravadora Polydor, que passou a ser usado em uma novela de sucesso. A venda dos discos acompanhou o sucesso e a enorme popularidade da telenovela. A partir de então, seguiram para a gravação do primeiro LP do trio, lançado pela Som Livre, que incluía o sucesso Linha do horizonte (usada também em outra novela de grande sucesso). Este LP contou com outros clássicos como Manhã (um standard na cena dos clubes de Londres) e Faça de conta. O som único do Azymuth então nascia e marcava presença.

O segundo álbum, Águia não come mosca foi um sucesso ainda maior. Lançado também nos EUA e no Japão pela Atlantic Records, este álbum alçou o Azymuth à cena internacional e resultou na assinatura de um contrato do grupo com o selo norte americano Milestone Records,  pegando os músicos de surpresa, que pensavam estar fazendo uma simples  MPB com um toque de jazz.

Mas era mais que isso, pois o primeiro lançamento pela Milestone Records, em 1979, se tornou um dos LPs mais vendidos da gravadora. O disco apresentava o hit internacional Jazz Carnival. A gravadora lançou um single da faixa que vendeu mais de 500.000 cópias internacionalmente e permaneceu no Top 20 britânico durante oito semanas.

O Azymuth gravou uma série de álbuns pela Milestone, se estabelecendo como uma das maiores bandas de jazz do mundo. Eles tocaram nos melhores festivais e lugares ao redor do mundo, tais como Montreux Jazz, Playboy Jazz Festival, Berkeley Festival, Concert by the Sea, Monterrey Jazz Festival,Washington Park, Circus Teather, Palladium London, Quartier Latin, Brazilian Fest Berlin, Athennas, Tijuana Jazz Festival, Free Jazz Festival (Rio e São Paulo), Brahma Extra, e trabalharam com músicos como Emir Deodato, Stevie Wonder, Sarah Vaugham, Joe Pess, Mark Murphy, Ivan Lins, Milton Nascimento, Elis Regina, Gal Costa, Simone, Erasmo Carlos, Airto Moreira e Flora Purim, entre tantos outros.

Em 1995, Joe Davis, produtor executivo da gravadora inglesa Far Out Recordings, foi apresentado ao Azymuth durante a gravação de um projeto no Rio. Pouco tempo depois, Joe convida o grupo para gravar um disco pela gravadora e, em 1996, o disco Carnival é lançado com excelente repercussão e críticas elogiosas. A partir daí, o grupo Azymuth veio ganhando uma nova geração de fãs por todo o mundo, por meio de seus shows enérgicos e de remixes produzidos por alguns dos mais interessantes produtores do mundo (Roni Size, 4 Hero, Jazzanova, Theo Parish, Kenny Dope, para citar alguns), tornando-se uma força importante na cena do jazz underground.

Azymuth se estabeleceu como uma das maiores bandas de Jazz do mundo e o álbum Aurora, que comemorou seus 35 anos de formação, os colocou como "provavelmente, a banda brasileira de maior sucesso no exterior”. Juntos, a original orquestra de três mestres (como é citado no exterior), o Azymuth criou o disco mais atraente desde as gravações do primeiro compacto Azimuti e Light as a feather, recriando aquela sonoridade clássica dos antigos Jazz Carnival, Partido Alto e Dear Limmertz.

Em 2015, depois de relançado o 1° álbum do grupo pela Far Out, a banda fez um tour pela Europa com o tecladista convidado Fernando Moraes. Na volta ao Brasil, convidaram Kiko Continentino, renomado pianista / tecladista para ocupar a vaga deixada por Bertrami e continuar a manter o som e a chama acesa, como o grupo foi e é conhecido no mundo todo. Em 2016, entraram em estúdio para gravação de mais um trabalho e fizeram outra turnê pela Europa e Japão.

Serviço:

MIB apresenta Azymuth

10 de maio de 2018 (quinta), às 20h
Teatro da UFF - Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos - R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia)
Classificação etária: Livre
Duração do espetáculo: 80 minutos

terça-feira, 8 de maio de 2018

Bella Utopia assina com selo Café Forte e lança o CD Dilema do Prisioneiro




Após o sucesso com a releitura de “Machine Messiah” para o álbum Third World Domination: A Tribute to Sepultura a banda Bella Utopia chega às plataformas digitais de todo o mundo com o CD Dilema do Prisioneiro nesta sexta-feira, dia 11 de Maio. O álbum sai pelo selo Café Forte, com distribuição da Sony Music Brasil e edição musical da Warner/Chappell. O grupo de metal aposta no single “Sangrar em Segredo”, cujo clipe será lançado em junho.

A Bella Utopia vem de Goiânia e une vocais guturais a refrões marcantes do rock e do metal. Tem recebido resenhas positivas e elogios da mídia especializada em sites nacionais e internacionais, tendo sido destaque em Portugal. Apesar da violência e impacto tanto de riffs como dos vocais, os músicos desfilam uma série de refrões melódicos sem perder a postura pesada. A fusão de metal com letras em português confirmam o diferencial, além de primar por qualidade e unidade.

Dilema do Prisioneiro reúne doze faixas cortantes e de pura atitude. Violento e impactante sem deixar de ser melódico, o som da Bella Utopia conta com Isabela Eva (vocal), Luis Maldonalle (Guitarra), Julian Stella (Baixo) e Junão Cananéia (bateria), todos músicos gabaritados e com longa experiência na cena rock nacional. A capa do disco é uma ilustração do artista romeno Chioreanu Costin. Já a masterização foi feita pelo experiente Alan Douches, do estúdio West West Side Music, em NY (EUA) – que já fez trabalhos para Sepultura, Yes e Krisiun.


Sobre o Café Forte



Café Forte Musica Digital é uma série de lançamentos nacionais assinada pelo diretor artístico, produtor, escritor e jornalista carioca Leonardo Rivera. O selo tem parcerias estratégicas com a Sony Music, Warner/Chappell e Abramus.

Rivera acumula vinte anos de experiência como talent hunter e label manager do mercado fonográfico brasileiro – tendo passado por empresas como Universal Music e, como jornalista especializado, por revistas como Billboard, Bizz e Backstage.

Café Forte propõe detectar, lançar e divulgar novos nomes de diversos gêneros, do samba ao pop, sempre com um olhar especial para as linguagens atuais. Na época da música digital a boa curadoria volta a ser algo essencial para navegar no meio de tantos fonogramas no modo online. Aí entra o Café Forte, propondo novos artistas.

Sobre a Sony Music Brasil


Atuando no Brasil desde 1950, a Sony Music, braço brasileiro da Sony Music Entertainment, quer criar novas culturas de entretenimento, através de produtos e serviços inovadores. Em 2016, confirmou pelo sétimo ano consecutivo o primeiro lugar no market share brasileiro, fortalecendo o compromisso de ser a companhia número 1 em música e entretenimento no mundo. A Sony Music é responsável pelo repertório de artistas icônicos, como Michael Jackson, David Bowie, Elvis Presley e Jimi Hendrix.

Entre os internacionais estão Beyoncé, Adele, AC/DC, Tony Bennett, Pink Floyd, One Direction, Bob Dylan e Britney Spears. O catálogo nacional conta com artistas renomados como Gilberto Gil, Roberto Carlos, Djavan, Natiruts, Ana Carolina, Padre Fábio de Melo, Zezé de Camargo & Luciano, Fernanda Abreu, Skank e Jota Quest, entre outros. Nos últimos anos, a Sony Music tem investido também no mercado da música gospel e na área de produtos digitais.

Sobre a Warner/Chappell



Warner/Chappell Music, Inc. é uma companhia editora de música americana, e uma divisão da Warner Music Group. A empresa tem as suas raízes a 1811 e da fundação de Chappell & Company, uma editora de música e loja de instrumentos na Bond Street de Londres que, em 1929, começou um período de rápida expansão em Presidente Louis Dreyfus, incluindo a aquisições de M. Witmark & Sons, Remick Music Corporation, Harms Inc., Chappell & Co., Tamerlane Music, entre outros.

A Warner/Chappell foi criada em 1987, quando a Warner Communications comprou Chappell & Co. e é classificado por Music & Copyright, como a terceira maior editora de música do mundo, com um catálogo de mais de um milhão de canções e uma lista de mais de 65 mil compositores. Entre as músicas na biblioteca da empresa estão "Happy Birthday To You" e "Winter Wonderland".

Em 2005, a Warner/Chappell vendeu mais de sua divisão de música impressa, a Warner Bros Publications, a Alfred Publishing, e, em 2006, lançou o Pan European Digital Licensing Initiative (P.E.D.L.). Em 2007, quando o grupo Radiohead lançou In Rainbows através de seu website em um modelo de pay-what-you-wish, a Warner/Chappell criou uma simplificada, o processo de licenciamento one-of-a-kind para as músicas do álbum que permitiu os direitos usuários de todo o mundo para assegurar o uso da música em um único local.

Em 2007, a empresa adquiriu Non-Stop Music. Além disso, em 2010, adquiriu também a 615 Music, uma empresa de produção musical sediada em Nashville e, em 2011, adquiriu Southside Independent Music Publishing e seu catálogo de compositores de sucesso, incluindo Bruno Mars, Brown Brody e Rotem JR.

Sobre a Abramus


A ABRAMUS – Associação Brasileira de Música e Artes – é uma associação de gestão coletiva de Direitos Autorais sem fins lucrativos, fundada em 1982 cujo principal objetivo é defender os direitos autorais dos artistas da classe Musical, como também da Dramaturgia (Teatro & Dança), do Audiovisual e das Artes Visuais (esta, através de sua coligada AUTVIS.

A ABRAMUS tem mais de 50 mil titulares e é a maior associação de direitos autorais do país, além de ser a única das associações vinculadas ao ECAD que trabalha com os segmentos de Dramaturgia, Audiovisual e Artes Visuais.

A ABRAMUS possui escritórios espalhados pelo Brasil, sendo eles em São Paulo (Sede), Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, Brasília, Pernambuco e Mato Grosso do Sul. Todos os escritórios são preparados para oferecer: filiação e busca de novos associados; atendimento personalizado aos titulares; verificação de repertório dos associados; contatos com gravadoras e editoras para solicitação de documentação; verificação de créditos retidos; atendimento na utilização do programa SISRC e cadastro de ISRC.

Espaço Retrô apresenta II Geração Rock Retrô Fest

Um espaço super simpático e bem roqueiro já perdura em Niterói. É o Espaço Retrô, no Centro, pilotado pelas empresárias Lu Feijó e Rosângela Comunale. Já é tradicional o evento “Sextas do Rock”, onde bandas ainda sem muita experiência surgem para tocar e começar a fazer carreira.
O evento tem apoio do programa Arariboia Rock News transmitido pela rádio web Planet Rock, e do selo fonográfico Astronauta Music. Segundo a equipe organizadora, a idéia surgiu espontaneamente devido à procura de bandas independentes por locais de apresentação em Niterói – cidade conhecida pela sua tradição no rock nacional.



Para quem tem pouca idade, não pesquisou ou não lembra a Rádio Fluminense FM (Maldita), um ícone da época do dial e que lançou modas (como as locutoras femininas de linguajar despojado, por exemplo) foi criada e desenvolvida em Niterói – servindo de inspiração para outras, como a Ipanema FM, no Rio Grande do Sul. A Flu FM deu voz às bandas de rock e pop dos anos 80 antes delas estourarem nacionalmente. Passaram pelo dial da 94.9 as fitas demonstrativas de bandas como Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Kid Abelha & Os Abóboras Selvagens, Fellini, Mercenárias, A Mosca, Saara Saara, Urge, Finis Africae, Zero e Plebe Rude. Só para citar algumas.

Também em Niterói rolavam shows em projetos como Barca das Sete – com artistas se apresentando dentro das barcas – e em casas de shows pioneiras que entraram pra história da cidade, como o Nó na Madeira e o Duerê, além do desativado Teatro Leopoldo Fróes, no Centro.

As inscrições se encerraram no último dia 30. Agora as etapas seletivas acontecem dias 18 e 19 de maio, com a participação de jurados que participam do meio musical – produtores, músicos e jornalistas. Estão todos convidados! Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3617-0871. O Espaço Retrô fica na Rua Marechal Deodoro, 63, Centro.




    Rosangela Comunale (esq) e Lucia Feijó, produtoras do evento.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Maitê Proença interpreta ‘A mulher de Bath’ no Teatro da UFF



Depois da temporada em São Paulo e no Rio de Janeiro, Maitê Proença leva o sucesso A Mulher de Bath para o Teatro da UFF, dando continuidade às comemorações de seus 40 anos de carreira.

“Se não houvesse em toda a Terra imensa, autoridade além da experiência, a mim isso seria suficiente, para fazer um relato contundente, das mazelas da vida de casada”. Assim diz Alice, a mulher da cidade de Bath do título, ao se apresentar para o público. O fato é que ela enterrou cinco maridos e, agora, quer mais um.

À beira de uma estrada, em plena Inglaterra medieval, uma mulher de vasta experiência e de ardorosa oratória conta a história de sua vida exemplar, universal e única: seus amores incansáveis, seus rancores, suas paixões e vinganças, suas traições e sua grandeza, seu conhecimento profundo do pecado, da salvação e do espírito humano. E ela o faz sem poupar ninguém, nem a si própria. As coisas são ditas como são, sem enfeites, de forma clara, irreverente e direta. Movida por um humor visceral, Alice sugere que o comando nas mãos da mulher não leva à guerra, ou submissão, mas ao bem estar comum. Alice é uma mulher à frente de sua época.

A mulher de Bath é parte dos Contos da Cantuária de Geoffrey Chaucer

A mulher de Bath é um dos Contos da Cantuária (Canterbury tales) de Geoffrey Chaucer (1343-1400), publicados pela primeira vez em 1475, e apresenta uma personagem basilar da literatura moderna ocidental. Chega aos palcos brasileiros pela primeira vez, em uma tradução que resgata a eloquência popular de sua fala. A premiada tradução de José Francisco Botelho busca inspiração na poesia popular brasileira, do repente nordestino à trova gaúcha, para reviver entre nós o clima e as vivências da Idade Média.

A peça é uma adaptação gestada na já premiada união teatral da atriz Maitê Proença, que completou em janeiro 40 anos de carreira e 60 anos de vida, com o diretor Amir Haddad. O primeiro encontro entre eles aconteceu em 2012 na peça As Meninas - Prêmios APTR de Melhor Autor (Maitê e Luiz Carlos Góes), Melhor Atriz (Patrícia Pinho), Melhor Figurino (Beth Filipecki) - seguido de À Beira Do Abismo Me Cresceram Asas, em 2014 - Prêmio APTR melhor atriz para Clarisse Derziê.



Ficha Técnica:
Texto: Geoffrey Chaucer
Tradução: José Francisco Botelho
Adaptação: Maitê Proença
Direção: Amir Haddad
Com: Maitê Proença
Participação do ator e músico: Alessandro Persan
Cenário: Luiz Henrique Sá
Figurino: Angèle Froes
Adereços: Marcilio Barroco
Iluminação: Vilmar Olos
Preparadora Corporal: Marina Salomon
Assistente de direção: Alessandro Persan
Trilha Sonora: Alessandro Persan
Projeto Gráfico: Fabio Arruda e Rodrigo Bleque (Cubículo)
Idealização: Maitê Proença

Realização: M. Proença Produções Artísticas Ltda.

Serviço:

A mulher de Bath
Com Maitê Proença
Dias 05 e 06 (sábado e domingo), 11, 12 e 13 (sexta, sábado e domingo) de maio de 2018, às 20h, Teatro da UFF - Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói - RJ
344 lugares
Ingressos: R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia-entrada para estudantes, pessoas acima de 60 anos e servidores da UFF)
Duração: 60 minutos
Recomendação etária: 16 anos

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Sarau das Artes, dia 24, na varanda da Reitoria da UFF


A varanda da Reitoria da UFF é poesia pura! Lá acontece o Sarau de Artes, cuja proposta é reunir convidados e público, a cada edição, em torno de um tema. Os saraus, que acontecem todos os meses, são sempre temáticos e, neste mês, o tema será o Brasil: A Margem. O patrono in memorian, associado a este tema é o poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto, e a poetisa homenageada é a professora, escritora e poetisa, Maria Helena Latini.

Segundo o curador Gilberto Gouma, a ideia é ter um amplo painel, com múltiplas expressões artísticas em torno da poesia: falada, escrita, imagética, performatizada, cantada, dançada para que o público fique imerso nas sensações que a Poesia estimula, proporcionando momentos de evasão e reflexão.


Sobre o patrono: João Cabral de Melo Neto

O pernambucano João Cabral de Melo Neto enveredou para os caminhos da poesia desde sua juventude. Aos 22 anos, após ser dispensado de sua convocação para servir à Força Expedicionária Brasileira no Rio de Janeiro, ele decidiu permanecer na cidade, onde viria a conhecer pessoalmente outros grandes nomes da literatura nacional como Murilo Mendes e Carlos Drummond de Andrade. Ainda em 1942 ele publicou sua primeira coletânea de poemas chamada “Pedra do Sono”.  Poucos anos depois o poeta ingressou no Itamaraty e sua atividade literária passou a partilhar do tempo de suas atribuições diplomáticas em outros países. Ainda no exterior ele publicou sua principal obra “Morte e Vida Severina” (1956) e ingressou na Academia Brasileira de Letras (1969). O poeta regressou ao país em 1987 após ter sido nomeado cônsul-geral da cidade do Porto, em Portugal. João Cabral de Melo Neto faleceu em 1999, na cidade do Rio de Janeiro, vítima de uma ataque cardíaco. Suas obras colecionam reconhecimento e várias premiações, como os Prêmios Jabuti de 1967 e 1993 e o Prêmio Camoẽs de 1990.

Homenageada: Maria Helena Latini

Professora, escritora e poetisa, Maria Helena Latini nasceu em São Gonçalo, migrou para o Rio de Janeiro logo na infância, e em seguida para Niterói, onde vive até hoje. Graduada em Letras e pós-graduada em Leitura e Produção de Textos pela Universidade Federal Fluminense, participou das antologias "Água Escondida" (1994): "Urbana" (2001); "Poesia Sempre" (2006); "Communità Italiana" (2006); e "Antologia Digital Saciedade dos Poetas Vivos" (2009 e 2013). Publicou "Roteiros de Vida" (1991); "Ângela e Antônio" (1992); "Fio de Prumo" (2006) e escreveu com Wanda Monteiro "Duas mulheres entardecendo" (2015). Para o teatro escreveu os roteiros de "Dois Monólogos Entrelaçados" (2012), encenado na Casa de Cultura Leila Diniz, em Niterói; "Afro-poemas" (2013) e "O que é Poesia" (2014), encenados no SESC-Niterói.






SERVIÇO:

Sarau das Artes

24 de abril - 18h

O Sarau das Artes de abril homenageia a poeta Maria Helena Latini e tem como patrono o ícone João Cabral de Melo Neto
Curadoria - Gilberto Gouma, Pierre Crapez e Wanda Monteiro
Participantes - Carla Erhardt, Laffayete Alvares Jr., Filipe da Mata, Jorge Piri, Louise Hug, André Rangel e Zé Neto, entre outros.
Patrono - João Cabral de Melo Neto / Homenageada - Maria Helena Latini

Local: Varanda do Centro de Artes UFF
 (Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, RJ)
Entrada gratuita

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Mostra de curtas no Cine Arte UFF com entrada franca



O Coletivo Foras de Quadro conduz mostra gratuita de curtas que acontece amanhã (12), às 17h, no Cine Arte UFF, em Icaraí, Niterói.

Formado há cerca de um ano, o “Foras de Quadro” é um coletivo que se debruça no estudo das mais diversas artes e promove debates na busca da aplicação prática destas teorias no audiovisual, em especial o cinema. “Foras de Quadro ” tem como principal objetivo o aprofundamento do estudo da linguagem cinematográfica, aliado a vontade de produzir ficção de alta qualidade.

Sob a coordenação de Diogo Oliveira, Diretor de “O Homem que matou John Wayne”, a cinebiografia do mestre Ruy Guerra, o grupo é estimulado a desenvolver obras criativas, que desafiam a milenar e combalida arte de contar histórias.



O coletivo busca um conhecimento plural de tudo aquilo que pode ser englobado pela sétima arte - roteiro, direção, fotografia, arte, produção, cenografia, som, montagem, cor, entre outros – fazendo dessa interdisciplinaridade a grande força motriz dos seus filmes.



Mostra de Curtas com o coletivo Foras de Quadro

A NATUREZA DO JOGO
18’, de Clodoaldo Lino, com Marcello Moura, Fernanda Heck, Ariane Rocha, Renata Caldas

Jonas tem seu mundo metódico e entediante abalado por uma aventura dantesca, quando descobre que o inferno é aqui!

BENÇÃO
5’27’’, de Cauê Monteiro, com Letícia Gomes, Marcos Vinicius Moura

Sob a benção da hipocrisia segue a união do divino com o profano.

BRILHO ETERNO DE UMA LEMBRANÇA SEM MENTE
1’10’’, de Clodoaldo Lino

A eternidade em um minuto.

CAPUT
8’51’’, de Clodoaldo Lino, com Jacqueline Soares, Bayron Rodrigues, Eduardo Rocha

O impasse entre o indivíduo massificado e o fim do trabalho.

DOPAMINA
5’, de Felipe Quadra, com Pedro José

Um homem se distrai com memes violentos, sexualizados e humorísticos enquanto tenta se desligar de sua rotina monótona.

LAÇO
1’10’’, de Tuany Rocha, com Ramayana Regis

O curta utiliza uma linguagem lúdica e repleta de signos para retratar os sentimentos mais profundos de mulheres que sofrem violência física e psicológica. Critica o aprisionamento que os relacionamentos abusivos trazem e gera questionamento a respeito do lugar determinado pela sociedade como sendo o habitat natural de uma mulher, o lar.

NATUREZA MORTA
8’51’’, de Tuany Rocha, com Agnes Hegmann, Anita Vilarinho, Nathalia Cavalcanti

Por meio de fragmentos da vida de 4 personagens, o filme critica diferentes tipos de opressão à mulher dentro da sociedade patriarcal. Em tom lúdico e colorido, o curta destaca de maneira irônica as torturas físicas e psicológicas que buscam encaixotar sonhos para a fabricação da “mulher perfeita”.

NOSOTROS
8’, de Felipe Quadra, com Diego Queiroz, Isabela Moss, Dario Valdizan, Pedro José

Um jovem casal vive seus últimos dias juntos depois que ela recebe uma proposta profissional para deixar o país.

SAIA DE BONECA
7’27’’, de Vanessa Cunha, com Helena Sacco

O curta retrata conflitos femininos e toda a opressão oriunda de padrões estéticos e boas maneiras moralmente impostas pela sociedade. Imagens irreais são argumentos críticos que ilustram a psique da personagem. Um universo lúdico e colorido repleto de um sombrio sentimento de culpa.

sábado, 31 de março de 2018

Show no SESC Pompeia comemora 70 anos de Tony Bizarro

Depois do sucesso da primeira edição em 2017, a banda Brazil Soul Power, formada por grandes músicos da nova geração do funk/soul paulista, recebe no palco do SESC Pompeia a volta do soul man Tony Bizarro. 

Como essa festa é pra dançar, também teremos a participação da nossa “Donna Summer” brasileira, a cantora Lady Zu, e de dois cantores da nova geração; Nasca, ex vocalista da banda anglo-brasileira Saravah Soul, e Jordan Costa, vocalista da banda paulista The Soul Session.

Afastado dos palco desde 2015, Tony Bizarro comemora, na Comedoria do SESC Pompeia, seus 70 anos. Reverenciado por nomes como Mano Brown, Ed Motta e Rappin Hood, Tony gravou seu ultimo disco em 2008.

No repertório do Baile Black, todos os clássicos de Tony Bizarro, Lady Zu e uma homenagem especial ao rei Tim Maia. Pra você que está em São Paulo, dica imperdível!

SERVIÇO:
SHOW: BAILE BLACK COM TONY BIZARRO, LADY ZU, JORDAN COSTA E NASCA + BANDA BRAZIL SOUL POWER
DATA: SÁBADO 07/04/2018 AS 21:30H
LOCAL: COMEDORIA DO SESC POMPEIA
ENDEREÇO: RUA CLÉLIA, 93 – POMPEIA
INGRESSOS: R$ 20,00 / R$ 10,00 MEIA

quinta-feira, 29 de março de 2018

Casa do Jongo une forças e reabre as portas no próximo dia 31


Teresa Cristina, Pretinho da Serrinha, Nelson Sargento, Zé Luiz do Império e outros artistas já confirmaram apoio na reabertura


Depois de fechar, temporariamente, as portas por falta de recursos públicos e privados, a Casa do Jongo voltará à atividade, com uma programação recheada de muita música e personalidades ligadas à causa, neste 31 de março.

“Estamos reabrindo a Casa somente com o recurso que temos da Benfeitoria, o que não paga todas as nossas despesas. Mas, nos juntamos para enfrentar mais essa batalha, porque nossas crianças não podem ficar sem os projetos que oferecemos. Vamos abrir as portas na raça e na coragem e com a ajuda e participação de muitos amigos” conta Tia Maria, com 97 anos, maior ícone do Jongo da Serrinha atualmente.

O evento começa por meio de um cortejo ao som da bateria do grupo  Herdeiros e Molecada,  às 10h, na Rua Silas de Oliveira e segue para a Casa do Jongo, onde terá atrações até às 19h. Artistas renomados como Pretinho da Serrinha, Teresa Cristina, Nelson Sargento, Zé Luiz do Império, Velha Guarda do Império Serrano, Dorina e Paulão Sete Cordas já confirmaram presença.

Viva o Jongo!

segunda-feira, 12 de março de 2018

Nega Gizza é a primeira entrevistada da websérie ‘Guerreiras Brasileiras’

Cansadas de serem deixadas nos bastidores da História, as mulheres conquistam seu espaço em cada canto: empreendedorismo, música, teatro e tantos outros. Foi pensando nisso que a cantora Marysa Alfaia lançou o seu EP “Guerreira Brasileira”, que agora é transformado em websérie. As entrevistas realizadas no projeto são com mulheres admiradas pela artista, que trazem em sua vivência a luta pelo empoderamento feminino. As convidadas desta temporada são Nega Gizza, Zezé Motta, Eleonora Jordan e Kátia Jorgensen. O primeiro episódio conta com a presença da rapper carioca e presidente da Central Única das Favelas (CUFA), Nega Gizza, e já se encontra disponível no canal oficial da cantora no Youtube. As outras edições também já foram lançadas e você encontra aqui.

Assista o episódio 01 com Nega Gizza: https://youtu.be/UsXKirRfSmg
Ouça “Guerreira Brasileira”: https://smb.lnk.to/GuerreiraBrasileira

A ideia da série é mostrar em vídeo a mensagem da letra do single “Guerreira Brasileira”, de Marysa Alfaia: a valorização da mulher e sua luta para conquistar espaço em uma sociedade machista. “Quero criar um diálogo entre a música e a realidade, entre o cotidiano e a ficção, mostrando a arte como uma forma de revolução não apenas interna, espiritual, mas também material e concreta na busca do pão de cada dia, com bom humor, inteligência e suíngue”, explica Marysa.



Escolhida para dar início a série, a rapper Nega Gizza representa com sua história a força da mulher brasileira. Ativista em causas feministas e sociais há mais de uma década, ela também é uma das fundadoras da Cufa, projeto não-governamental que visa promover a produção cultural nas favelas, com atividades nas áreas da educação, esporte, cultura e cidadania. Gizza também é conhecida pelo seu trabalho como rapper, tendo ganhado o Prêmio Hútuz - maior e mais importante premiação de rap da América Latina; e o Prêmio Orilaxé, do Grupo Cultural Afroreggae.

Ir direto ao ponto, deixar o vídeo mais objetivo possível, focando no público do YouTube. Assim é a websérie “Guerreira Brasileira”. Em cerca de três minutos, Marysa entrevista mulheres fortes e conversa sobre carreira, machismo e outros tópicos atuais. Cada uma das convidadas foi escolhida por sua trajetória profissional: Eleonora Jordan, pelo trabalho como embaixadora no Rio, da Rede de Mulheres Empreendedoras do Brasil; Zezé Motta, por sua carreira nas artes e o ativismo nas causas de cunho racial e político, além de ser a madrinha musical e diretora dos shows de Marysa Alfaia, no início da carreira. Por fim, Kátia Jorgensen, cantora e atriz, que com coragem e bom humor, enfrenta um mercado artístico alternativo e underground.

O primeiro episódio foi gravado no estúdio da Central Única de Favelas (Cufa), e conta com a direção da Lua Produções, sob licença da Café Forte Música Digital e da Sony Music Brasil. A edição ficou por conta da Pomar Cultural, comandada por Sarah Abdala e Tai Fonseca. A websérie “Guerreira Brasileira” é uma realização Alfaia Produções.

Testemunhas do fim de uma Era

  Estamos assistindo ao fim de uma geração que não tem substitutos à altura Vi um comentário do jornalista e crítico Mauro Ferreira (G1) ...