quinta-feira, 29 de março de 2018

Casa do Jongo une forças e reabre as portas no próximo dia 31


Teresa Cristina, Pretinho da Serrinha, Nelson Sargento, Zé Luiz do Império e outros artistas já confirmaram apoio na reabertura


Depois de fechar, temporariamente, as portas por falta de recursos públicos e privados, a Casa do Jongo voltará à atividade, com uma programação recheada de muita música e personalidades ligadas à causa, neste 31 de março.

“Estamos reabrindo a Casa somente com o recurso que temos da Benfeitoria, o que não paga todas as nossas despesas. Mas, nos juntamos para enfrentar mais essa batalha, porque nossas crianças não podem ficar sem os projetos que oferecemos. Vamos abrir as portas na raça e na coragem e com a ajuda e participação de muitos amigos” conta Tia Maria, com 97 anos, maior ícone do Jongo da Serrinha atualmente.

O evento começa por meio de um cortejo ao som da bateria do grupo  Herdeiros e Molecada,  às 10h, na Rua Silas de Oliveira e segue para a Casa do Jongo, onde terá atrações até às 19h. Artistas renomados como Pretinho da Serrinha, Teresa Cristina, Nelson Sargento, Zé Luiz do Império, Velha Guarda do Império Serrano, Dorina e Paulão Sete Cordas já confirmaram presença.

Viva o Jongo!

segunda-feira, 12 de março de 2018

Nega Gizza é a primeira entrevistada da websérie ‘Guerreiras Brasileiras’

Cansadas de serem deixadas nos bastidores da História, as mulheres conquistam seu espaço em cada canto: empreendedorismo, música, teatro e tantos outros. Foi pensando nisso que a cantora Marysa Alfaia lançou o seu EP “Guerreira Brasileira”, que agora é transformado em websérie. As entrevistas realizadas no projeto são com mulheres admiradas pela artista, que trazem em sua vivência a luta pelo empoderamento feminino. As convidadas desta temporada são Nega Gizza, Zezé Motta, Eleonora Jordan e Kátia Jorgensen. O primeiro episódio conta com a presença da rapper carioca e presidente da Central Única das Favelas (CUFA), Nega Gizza, e já se encontra disponível no canal oficial da cantora no Youtube. As outras edições também já foram lançadas e você encontra aqui.

Assista o episódio 01 com Nega Gizza: https://youtu.be/UsXKirRfSmg
Ouça “Guerreira Brasileira”: https://smb.lnk.to/GuerreiraBrasileira

A ideia da série é mostrar em vídeo a mensagem da letra do single “Guerreira Brasileira”, de Marysa Alfaia: a valorização da mulher e sua luta para conquistar espaço em uma sociedade machista. “Quero criar um diálogo entre a música e a realidade, entre o cotidiano e a ficção, mostrando a arte como uma forma de revolução não apenas interna, espiritual, mas também material e concreta na busca do pão de cada dia, com bom humor, inteligência e suíngue”, explica Marysa.



Escolhida para dar início a série, a rapper Nega Gizza representa com sua história a força da mulher brasileira. Ativista em causas feministas e sociais há mais de uma década, ela também é uma das fundadoras da Cufa, projeto não-governamental que visa promover a produção cultural nas favelas, com atividades nas áreas da educação, esporte, cultura e cidadania. Gizza também é conhecida pelo seu trabalho como rapper, tendo ganhado o Prêmio Hútuz - maior e mais importante premiação de rap da América Latina; e o Prêmio Orilaxé, do Grupo Cultural Afroreggae.

Ir direto ao ponto, deixar o vídeo mais objetivo possível, focando no público do YouTube. Assim é a websérie “Guerreira Brasileira”. Em cerca de três minutos, Marysa entrevista mulheres fortes e conversa sobre carreira, machismo e outros tópicos atuais. Cada uma das convidadas foi escolhida por sua trajetória profissional: Eleonora Jordan, pelo trabalho como embaixadora no Rio, da Rede de Mulheres Empreendedoras do Brasil; Zezé Motta, por sua carreira nas artes e o ativismo nas causas de cunho racial e político, além de ser a madrinha musical e diretora dos shows de Marysa Alfaia, no início da carreira. Por fim, Kátia Jorgensen, cantora e atriz, que com coragem e bom humor, enfrenta um mercado artístico alternativo e underground.

O primeiro episódio foi gravado no estúdio da Central Única de Favelas (Cufa), e conta com a direção da Lua Produções, sob licença da Café Forte Música Digital e da Sony Music Brasil. A edição ficou por conta da Pomar Cultural, comandada por Sarah Abdala e Tai Fonseca. A websérie “Guerreira Brasileira” é uma realização Alfaia Produções.

quarta-feira, 7 de março de 2018

Carioca, do Pânico, em cartaz no Teatro Abel



Márvio Lucio, humorista de São Gonçalo conhecido nacionalmente como Carioca e integrante da trupe do Pânico, está em cartaz no Teatro Abel (Niterói, RJ) com apenas duas apresentações.

Reconhecido como uma das maiores atrações do programa e considerado um dos melhores humoristas e imitadores da atualidade, tem 20 anos de carreira.

Sua primeira aparição nacional em público foi na rádio Jovem Pan e, após consagrar sua trajetória, apresenta o show de humor “Más Companhias”. Estarão lá seus personagens-paródias Jô Suado, Lelé Santos, Boris, Bolsonabo e o abençoado Pastor Cráudio. Terão também muitos convidados (Pedro Paulo de Milão, Didi Mais Cedo, Dilma du Cheff).

Tudo isso em um mesmo palco, na mesma noite, pelo mesmo ingresso e com um mesmo artista -- que busca entreter a platéia com sua performance conhecida na TV. Serviço:
Espetáculo: Carioca Em Más Companhias Elenco: Marvio Lúcio Local: Teatro ABEL Endereço: Rua Mário Alves, 02 – Icaraí Estacionamento no local Data: dias 09 e 10 de março (sexta e sábado) Horário: 19h Classificação: 14 anos Informações: 2195-9800 Valor: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia entrada). Vendas online: www.tudus.com.br Realização: Iniciato Produções e Marketing

Tonico Pereira em monólogo até dia 17 no Teatro da UFF

“O Julgamento de Sócrates” é uma livre adaptação de “Apologia de Sócrates”, de Platão, realizada pelo premiado autor Ivan Fernandes em forma de monólogo, com o ator Tonico Pereira no papel título. A peça comemora os 50 anos de carreira do ator, que pela primeira vez, faz um monólogo.



O espetáculo dramatiza a defesa de Sócrates, no julgamento que o condenou à morte por envenenamento. É talvez o primeiro grande caso na história da humanidade de um homem ser condenado por ter ideias diferentes do estabelecido pela sociedade. Através desse caso, a peça debate a liberdade de expressão e o pensamento no mundo contemporâneo.

O espetáculo, formalmente, é simples. No palco, Sócrates sozinho, em figurino neutro e atemporal, defende perante a plateia de “espectadores-jurados” não apenas suas ideias, mas sobretudo o direito de tê-las. Defende a necessidade de examinar a vida do ponto de vista ético e a busca pela sabedoria, e não pela satisfação material. E são nesses conteúdos que está a grande força do espetáculo, pela imensa relevância de suas palavras para o momento em que vivemos.

Sócrates, um personagem crucial, exige um ator de talento e currículo indiscutível: Tonico Pereira. Comemorando 50 anos de carreira no teatro, no cinema e na televisão, Tonico tem neste primeiro monólogo da carreira uma verdadeira tour-de-force, conversando e levando a plateia com a intimidade de um grande artista.

A PEÇA -- Diante de um tribunal popular - a plateia - Sócrates, interpretado por Tonico Pereira, defende-se das acusações que lhe são feitas: ter ideias diferentes do estabelecido pela sociedade e pela religião (como o livre pensamento e a busca pelo conhecimento), corrompendo a juventude com essas ideias. O espetáculo é dividido em 3 partes: na primeira, Sócrates faz sua defesa; na segunda, após a condenação, Sócrates tem o direito de propor uma pena alternativa, mas se nega a fixar uma pena para si mesmo, pois isso seria reconhecer alguma culpa; e finalmente, após a condenação final, ele diz suas últimas palavras para a sociedade que o condenou, prevendo tempos duros para Atenas e para todas as sociedades posteriores.




Texto: Ivan Fernandes (livremente inspirado na obra de Platão)
Direção: Ivan Fernandes e Tonico Pereira
Elenco: Tonico Pereira
Cenário e Figurinos: Palloma Morimoto
Iluminação: Frederico Eça
Trilha Sonora Original: Frederico Eça
Design Gráfico: Marcello Queiroz
Fotos de Divulgação: Victor Pollak
Direção de Produção: Caio Bucker
Classificação: 12 anos
Duração: 45 minutos

Serviço:  

O Julgamento de Sócrates
Elenco: Tônico Pereira
Teatro da UFF
Endereço: Rua Miguel de Frias, 06 – Icaraí – Niterói
Temporada: de 02 a 17 de março
Sexta a domingo às 20h
Valor: R$50,00 inteira e R$25,00 meia

Informações: 3674-7515

terça-feira, 6 de março de 2018

UFF inaugura três exposições, feira de artes gráficas e show musical amanhã (7)

Obra de Samy Sfoggia

Durante o lançamento de exposições amanhã, 7 de março, o Centro de Artes UFF (Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí - Niterói) contará com uma novidade.

O setor de Artes Visuais promoverá, simultaneamente, uma apresentação musical e uma feira de artes gráficas, que acontecerão na área externa do Centro de Artes - a Varanda Cultural. O objetivo é enriquecer ainda mais o evento e integrar diferentes formas de manifestações artísticas.

Às 15h, será aberta a Feira de Artes Gráficas, com nove expositores: Nano Editora, Lari Arantes, Lulu faz arte, Coletivo de Mães Ilustradoras, Na Ponta do Lápis, Vaca Nanica, Zoopress, Fotolab Linaibah e Mara Oliveira. E às 19h, show com Nino Vergal, com participação de Alexandre Sá e Daniela Mattos.


Obra Sem Titulo, de Luiz Rocha

Às 19h, serão inauguradas as três exposições, que estarão abertas à visitação gratuita até 8 de abril.
A Galeria de Arte UFF  apresenta a exposição coletiva 'Lembranças de futuros recentes', com 18 obras de sete artistas plásticos cariocas e fluminenses. São pinturas, gravuras, colagem, escultura, vídeo e instalação que têm, por interesse e objetivo maior, discutir as imbricadas relações temporais dentro do cenário brasileiro, atravessado por questões filosóficas, pictóricas, escultóricas e políticas.
Segundo os curadores Alexandre Sá Barreto e Vítor Ramalho, a exposição tem por objetivo construir uma fábula sobre o panorama brasileiro dos últimos tempos. Assim sendo, as obras foram escolhidas pela diversidade de linguagens e adequação à produção contemporânea, nas suas relações com a História da Arte. Os demais expositores são Luiz Rocha, Tato Teixeira, Victor Monteiro, Amélia Sampaio e Daniela Mattos, além dos curadores /expositores  Alexandre Sá e Vitor Ramalho.

O denominador comum a todas as obras é, segundo os curadores, a política e sua poética. "Esperamos, antes de mais nada, que o público consiga se reconhecer nos trabalhos. A exposição foi pensada como um conjunto de reflexões para o espectador, diante dos últimos acontecimentos políticos no país". As referências que norteiam a exposição são as diversas relações entre períodos distintos da História da Arte, aliados a questões políticas e à diversidade de linguagens.

O Espaço UFF de Fotografia Duque Estrada exibe duas mostras, também até 8 de abril.

'Janelas da Alma', produzida por Dhéia Ferrari, é um ensaio fotográfico artístico composto por 10 imagens da mesma janela, porém capturadas sob várias perspectivas, com o efeito borrado, resultando em imagens abstratas de carácter contemporâneo. Segundo a artista, as diferentes perspectivas da mesma janela representam os vários estados subjetivos do observador ao apreciar o mundo objetivo à sua volta. Assim, o ensaio sugere que, ao interpretar a realidade, o observador enxerga muito mais o que reflete a sua alma do que o “mundo propriamente dito".

Obra 'Samy está feliz', de Samy Sfoggia

A mostra 'Drommer om Skov', de Samy Sfoggia, apresenta uma série de nove obras, nas quais técnicas e materiais foram alternados e justapostos. O processo de trabalho incluiu a prática diária em laboratório fotográfico até o ato de costurar e desenhar as fotografias. Nesse conjunto de obras, a artista insere sua própria imagem distorcida em ambientes oníricos.

A entrada para todas as atividades é gratuita e a visitação, de domingo a sexta, é das 10h às 22h e, aos sábados, das 13h às 22h.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Álbum das Mercenárias pela EMI continua inédito em streaming


"Trashland" comemora trinta anos em vinil em 2018 e até hoje não é disponível em streaming


Mercenárias é uma seminal banda oitentista punk feminina brasileira, de São Paulo, e disso muita gente sabe. Depois de lançar o aclamado disco "Cadê As Armas?" em 45 rotações pelo mitológico selo independente Baratos Afins (de Luis Carlos Calanca) as Mercenárias ganharam a critica e o público – com execuções fartas de suas musicas em rádios moderninhas naquele tempo, como a Fluminense FM (Niterói) e a Ipanema FM (Porto Alegre). Conquistaram espaço primeiro nas revistas – Roll, Bizz – e cadernos de cultura dos jornais de São Paulo, com focos espalhados pelas cenas punks de outros Estados, principalmente o Rio de Janeiro. O período era entre 1985 e 1988.



Mas tudo começou em 1983, com Sandra Coutinho (baixo), Rosália (vocal) e Ana Machado (guitarra), estudantes universitárias em São Paulo, além de Edgard Scandurra  -- que, na época, tocava em três bandas e teve que deixar a banda, então com Lou entrando no posto de baterista.  

“Trashland” (1988), esse disco atualmente quase esquecido porém cultuado das Mercenárias, é o segundo álbum e o primeiro por uma multinacional que se arriscou na onda que surgiu no rock oitentista nacional, a EMI. Ela já tinha dentro do seu quadro profissionais antenados como o produtor Mayrton Bahia, que já lidava com artistas como Legião Urbana, Zero e Finis Africae no mesmo elenco. Por isso o “Trashland” é um reflexo da cena deste período -- ainda mais trazendo a assinatura de produção do guitarrista Edgard Scandurra (Ira!), que já tinha integrado a banda. Quem também assina a produção é Thomas Pappon (Fellini). O disco nasceu clássico.


Começa por “Lembranças”, com poesia ácida e psicodélica, guitarras com nuances sutis e vocal emblemático combinado ao baixo soturno.  Climão que continua em “Há Dez Anos Passados” onde a letra decreta que o futuro é ultrapassado, as drogas estão velhas e tudo está como ontem. A terceira é um rock básico, “Somos Milhões”, informando que o nosso trabalho sustenta este jogo e utilizando-se da mesma moldura melódica. O que, aliás, é palmas para o produtor – em deixar o álbum perfeitamente coeso. Completando o álbum as faixas “Tempo Sem História”, “Ação na Cidade”, “matinê”, “Mesmas Leis”, “Cadê As Armas?”, “Provérbios do Inferno” – esta sob um poema de William Blake –, “Kyrie”, “Angelus” e a faixa-título.



“Trashland”, álbum com a capa assinada pelo artista Michel Spitale e que traz ainda o músico Bocato tocando trombone como convidado especial na faixa “Kyrie”, confirma o pós-punk feminino da pioneira banda. É uma mescla das influencias de Sex Pistols, Siouxsie and the Banshees e Joy Division. 

Mesmo não tendo sido trabalhado no mercado fonográfico à época de seu lançamento, conseguiu ao menos se apresentar no extinto programa do Faustão na Band, “Perdidos Na Noite” .



O disco foi eleito o melhor do ano pela revista Bizz e, mesmo assim, as Mercenárias foram dispensadas do elenco nacional da EMI-Odeon através de um frio e pouco explicativo telegrama postal. Acredite... se quiser! 

Ouça aqui o álbum completo que não chegou nas plataformas oficiais, mas tem no Youtube. (Leonardo Rivera)


segunda-feira, 10 de julho de 2017

Megadeth anuncia datas no Brasil



Vendas para as datas em São Paulo e Rio de Janeiro começaram hoje

Ícone do heavy metal, o Megadeth anunciou datas em São Paulo e Rio de Janeiro no segundo semestre. Liderada pelo seu fundador e um dos maiores guitarristas da história Dave Mustaine e contando com o brasileiro Kiko Loureiro (ex-Angra), também na guitarra, o grupo norte-americano se apresenta dia 31 de outubro no Espaço das Américas, na capital paulista e dia 01 de novembro, véspera de feriado, no Vivo Rio na capital fluminense, onde não tocam como uma atração exclusiva há nove anos.

Uma das maiores bandas do metal mundial, o Megadeth chega no embalo da conquista do Grammy 2017 como melhor performance de heavy metal pelo trabalho Dystopia, quinto álbum da banda, lançado no início de 2016. O Megadeth já vendeu mais de 50 milhões de discos no mundo, com destaque para os álbuns “Peace sells... But who’s buying”, “So far, so good… So what!”, “Rust in peace” e “Cryptic writings”, que ganharam discos de platina. Ao longo de 34 anos de atividade, foram nomeados para 12 Grammys.

Os ingressos serão disponibilizados no site www.eventim.com.br.



Megadeth – São Paulo

SERVIÇO

Data:  31/10/2017 – terça-feira
Local: Espaço das Américas
Endereço: Rua Tagipuru, 795, Barra Funda - São Paulo - SP
Horário do evento: 22h 
Abertura dos portões: 19h30
Classificação etária: 18 anos. Menores entre 12 e 18 anos entram acompanhados dos pais/responsável.

INGRESSOS

Pista Premium Lote 1: R$360,00 (inteira) / R$180,00 (meia)
Pista Lote 1: R$200,00 (inteira) / R$100,00 (meia)
Mezanino: R$ 400,00 (inteira) / R$200,00 (meia)

BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA


Espaço das Américas
R. Tagipuru, 795 - Barra Funda, São Paulo/SP
De segunda a sábado das 10h às 18h

Megadeth - Rio de Janeiro

SERVIÇO

Data: 01/11/2017 – quarta-feira
Local: Vivo Rio
Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo, Rio de Janeiro, RJ 
Horário do evento: 22h 
Abertura dos portões: 20h
Classificação etária: 18 anos. Menores de 18 anos entram acompanhados dos pais/responsáveis.
Atenção: para setores com mesa, a compra de um ingresso garante um assento na mesa selecionada, mas não em uma cadeira específica. Os assentos são ocupados por ordem de chegada.

INGRESSOS

Camarote A: R$360,00 (inteira) / R$180,00 (meia)
Camarote B: R$280,00 (inteira) / R$ 140,00 (meia)
Balcão: R$240,00 (inteira) / R$ 120,00 (meia)
Frisa: R$300,00 (inteira) / R$150,00 (meia)
Pista Vip - Lote 1: R$360,00 (inteira) / R$180,00 (meia)
Pista - Lote 1: R$180,00 (inteira) / R$90,00 (meia)

*25% de desconto sobre o valor da inteira para clientes Vivo Valoriza na compra de até 02 ingressos. Para comprovar seu cadastro no programa, basta enviar um SMS para o número 1058 com a palavra VALORIZA. Para clientes Vivo Fixo, Vivo Internet e Vivo TV, basta apresentar a última conta paga.

BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA



Vivo Rio
Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo, Rio de Janeiro/RJ
De segunda a sábado das 10h às 19h; domingos e feriados das 10h às 18h

PONTO DE VENDA – SUJEITO A COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA



FNAC - Barra Shopping
Av. das Américas, 4666 - Piso Lagoa - Loja B101-114 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ
Segunda a sábado das 10h às 20h; domingos das 13h às 19h; feriados das 15h às 19h
Apenas venda de ingressos. Não realiza retirada.



domingo, 9 de julho de 2017

Longa-metragem "Trash" chega ao Netflix



Impossível não lembrar de "Pixote - A Lei do mais Fraco", de Hector Babenco, e do mais recente "Cidade de Deus", de Fernando Meirelles, ao assistir o longa-metragem "Trash - A esperança vem do Lixo" -- que, pasmem, me passou batido à época de lançamento -- que chegou ontem ao Netflix.

Dirigido pelo inglês Stephen Daldry (O Leitor, As Horas), é baseado no livro de Andy Mulligan que se passa em um país fictício. Porém o próprio autor via o Brasil como uma possibilidade para a adaptação cinematográfica de sua obra. O filme, com roteiro de Richard Curtis, conta a história de três garotos pobres que, a partir de uma carteira achada em um lixão, encontram um código que leva à fortuna de um político corrupto.

Filme de 2014 segue a linha de clássicos como "Pixote" e "Cidade de Deus"

No elenco, além de não-atores Rickson Tevez (Rafa), Eduardo Luis (Gardo) e Gabriel Weinstein Rato), que se tornam revelação instantânea, grandes atores como Wagner Moura (José Ângelo), Stephan Nercessian (Santos) e o saudoso Nelson Xavier (Jeferson) -- o que, visto após sua morte, causa ainda mais comoção em quem sempre admirou seu trabalho. Selton Mello vive o maldito Fredereico Gonz e, como sempre, atua brilhantemente. Felipe Braga, roteirista brasileiro, ajudou a dar o tom do texto, que também teve a contribuição dos meninos estreantes do elenco. Também fica difícil não lembrar dos filmes "Tropa de Elite", dirigidos por José Padilha, quando vemos as criticas sociais ao sistema político, carcerário, às organizações religiosas e toda a corrupção que nos assola atualmente -- o que deixa ainda mais vibrante assistir o filme em julho de 2017. É profundamente atual.


Destaque para a direção de arte e o roteiro cuja sequencia se mostra perfeita. Não é o tipo de longa-metragem onde o destaque vai para o romance, ou o paradisíaco Rio de Janeiro turístico. Não enfoca cartões postais, mas reforça a importância da fé, da coragem e da perseverança. Já que uma das cenas finais, com o dinheiro caindo do céu no lixão, é impactante. Podia ter sido filmado ontem. (Leonardo Rivera)

Cotação: (✮✮✮✮)





quarta-feira, 21 de junho de 2017

Os trinta anos da banda Finis Africae, ao vivo, no Teatro Odisséia

Celebrando trinta anos do lançamento de seu primeiro LP a banda Finis Africae volta a se reunir em 2017 para uma turnê comemorativa. O primeiro show acontece no Rio de Janeiro, dia 07 de julho, sexta-feira, no tradicional Teatro Odisséia, na Lapa.



Com o vocalista Eduardo de Moraes à frente do projeto o grupo também conta com o guitarrista Cesar Nine, que integrou a formação da banda no final dos anos 80; o guitarrista Nelson Milese e o baterista Robson Riva, integrantes da lendária banda de ska Kongo, além do baixista Tony Miranda.

No repertorio do show a Finis Africae vai interpretar sucessos do LP lançado em 1987 – e ate hoje raro, não relançado em CD e nem disponibilizado em streaming. O disco contém os clássicos do BRock “Armadilha”, Maquinas” e “Deus Ateu”. Todas estas tocavam na programação da saudosa Fluminense FM, quando a rádio era referência no ressurgimento do rock nacional. Para completar a Finis Africae também apresenta neste show raridades e releituras de grandes clássicos oitentistas.



BIO

Surgida em Brasília em 1984, a banda Finis Africae  já se diferenciava bastante do som produzido pelas bandas da Capital Federal na época, apresentando para o público um rock mais melódico e dançante.

Com o nome tirado do romance de Umberto Eco, “O Nome da Rosa”, lançaram em 1985 duas musicas em uma coletânea independente, quando em 1986 lançaram um EP, também por conta própria.

O primeiro LP, de 1987, saiu pela EMI e trouxe a formação clássica da banda, com Eduardo de Moraes nos vocais, Ronaldo Pereira na bateria e percussão, Jose Flores na guitarra  e Neto Pavanelli no baixo e teclados. O álbum foi produzido por Mayrton Bahia. Com vendagem em mais de 60.000 copias na época,  o grupo excursionou por todo o país.

Em 1999 retornam aos palcos para promover a turnê Rock Brasil Anos 80, convidando bandas como Zero, Hojerizah e Violeta de Outono para dividir os mais de 70 shows realizados por todo o Brasil. Em 2001 a banda lança o seu primeiro CD ao vivo. Em 2017 comemora seus trinta anos com nova formação e o lançamento de um single à vista.


SERVIÇO:

FINIS AFRICAE - 30 ANOS
07 de Julho, sexta-feira, às 19 horas (Horário Alternativo)
Show pontualmente às  20:30h
DJ Terror (Rock 80)

Teatro Odisséia
Avenida Mem de Sá, 66 - Lapa
Ingressos: R$ 30,00 / R$ 15,00 Meia e Lista Amiga

Ingressos Antecipados e Lista Amiga: 

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Google for Jobs sem data para o Brasil

O Google anunciou lançamento de ferramenta focada em ajudar internautas a encontrarem oportunidades de trabalho. A ferramenta Google for Jobs, que em breve será adicionada ao buscador, foi apresentada durante a conferência I/O 2017 e trará opção de pesquisa personalizada, que utiliza inteligência artificial para ajudar o usuário que procura por empregos. Porém, para o Brasil, ainda não há sequer data definida para lançamento da plataforma.
Para oferecer os resultados específicos aos usuários, a nova ferramenta do buscador vai se conectar com sites de vagas e oferecer filtros especiais de pesquisa. Além disso, por meio do machine learning, o sistema vai sugerir ao usuário empregos ligados a sua área de atuação profissional e que se encaixam em seu perfil.

Ao apresentar o projeto, o gigante das buscas informou que, por meio da nova inciativa, se compromete a auxiliar empresas com oportunidades disponíveis, a se conectarem com profissionais.
“Esperamos conectar empresas com potenciais funcionários e ajudar os candidatos a encontrar novas oportunidades. Como parte deste esforço, nas próximas semanas, vamos lançar novo recurso na busca, que ajuda as pessoas a procurar empregos por experiência e por níveis salariais, incluindo trabalhos que tradicionalmente têm sido muito mais difíceis de pesquisar e classificar, como varejo e serviços”, informou o site.
Segundo a empresa de tecnologia, na nova ferramenta estarão disponíveis desde cargos de entrada, até serviços de alto escalão. Além disso, haverá a opção de o interessado se candidatar para as vagas diretamente pelo mecanismo de busca.
Ao falar sobre a ferramenta, o Google anunciou que a inicia central desta e de outras ações é ajudar milhões de pessoas, democratizando o acesso à informação e a busca de novas oportunidades. O site não deu mais detalhes sobre o recurso de vagas em seu pesquisador, mas prometeu que a ferramenta chegará aos usuários dos Estados Unidos “nas próximas semanas”. 

Sai biografia não-autorizada de Marcelo Odebrecht

Chega às livrarias "O Príncipe", biografia não-autorizada de Marcelo Odebrecht. O livro surge após polêmicas com a publicação "Diário da Cadeia" de "Eduardo Cunha" (Pseudônimo do escritor Ricardo Lísias) e marca o aquecimento das biografias não-autorizadas por seus personagens e/ou herdeiros, ou mesmo livros inspirados em fatos reais, associados a personagens da livre-criação literária. A decisão do STJ definiu o mercado em 2015, após reações de Roberto Carlos ao seu biógrafo Paulo César de Araujo, culminando num processo amplamente divulgado.

Herdeiro de uma das principais dinastias corporativas nacionais e um dos personagens centrais do estopim do escândalo de corrupção no país, detalhes da quase desconhecida intimidade de Marcelo Odebrecht são revelados em “O Príncipe”, biografia não-autorizada escrita pelos jornalistas Marcelo Cabral e Regiane Oliveira que chega às livrarias este mês, pela editora Astral Cultural.



O livro revela uma personalidade detalhista, disciplinada e obstinada. E expõe conflitos históricos e recorrentes com o fundador do império Odebrecht, Emílio. Muito antes do rompimento público por causa das divergências do que deveria ser dito ou não no primeiro depoimento aos procuradores da Lava Jato, o clima dos Odebrechtes já era de tensão e divergência.

Em trecho do livro os autores contam que “desde a adolescência de Marcelo, inúmeras pequenas discussões marcavam o dia a dia de ambos, causadas pelos motivos mais inocentes possíveis. Diferenças de opinião, comportamentos opostos, qualquer coisa virava um motivo para os entreveros. Enquanto Emílio demonstrava simpatia pelo Bahia, por exemplo, Marcelo torcia pelo rival Vitória. ‘Acho que nenhum dos dois realmente liga para futebol. Torcer pelo time rival era mais uma forma de espezinhar o outro mesmo’, diz um amigo da família”.

Testemunhas do fim de uma Era

  Estamos assistindo ao fim de uma geração que não tem substitutos à altura Vi um comentário do jornalista e crítico Mauro Ferreira (G1) ...