sexta-feira, 23 de junho de 2023

“Sonic: Uma Nova Aventura” é opção para a criançada na Sala Nelson Pereira dos Santos

 


Espetáculo teatral infantil é adaptação da história do ouriço mais famoso do mundo

Está em cartaz de 08 a 16 de JULHO, sábados e domingos, às 16 horas, na Sala Nelson Pereira dos Santos (Niterói) o espetáculo teatral infantil “Sonic: Uma Nova Aventura” – adaptado das histórias do mais famoso ouriço do mundo, que se junta com seus amigos para derrotar o terrível Doutor Eggman, um cientista louco que planeja dominar o mundo. Para detê-lo, Sonic se une a seu antigo parceiro, Tails, e parte em uma jornada cheia de  aventura e diversão.



A apresentação explora diversas cenas de ação e conta com a inserção de canções infantis coreografadas, além de efeitos especiais. Excelente opção para a criançada no mês das férias. Quem levar um kg de alimento não perecível para doar às instituições de caridade pagará apenas 50% do valor do ingresso.


A peça teatral já é uma sensação em todo Brasil e é voltada especialmente para o universo infantil e familiar.Nesta super aventura, é uma boa  oportunidade para as famílias niteroienses curtirem com seus filhos. Um espetáculo  envolvente e muito interativo com seu público, ele passa mensagens muito importantes como preservação de amizades, companheirismo, cumplicidade, trabalho em equipe e muito mais.

 

SERVIÇO:


Espetáculo: ‘Sonic: Uma Nova Aventura’ (Ao Vivo)

Gênero: Infanto-Juvenil

Classificação: Livre

Local: Sala Nelson Pereira dos Santos 

Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, 880. São Domingos, Niterói.

Dias: 08, 09, 15 e 16 de julho -  sábados e domingos.

Horários: Sábados e Domingos, às 16 horas

Ingressos: de R$ 80,00, (inteira) e R$ 40,00 (meia), à venda no www.sympla.com.br 

Informações: (21) 96502-8821

Produção Local: Cláudio Sardenberg

Assessoria de Imprensa Local: Comunicar Assessoria

 

domingo, 18 de junho de 2023

Jornalista Mário Dias é lembrado e eternizado em Niterói

 Jornalista, produtor, sambista e bonachão, Mário Dias deixa saudades até hoje em seus coleguinhas

O sol saiu e, às 11 horas deste domingo (18), o saudoso jornalista, produtor cultural, sambista e grande amigo dos amigos -- Mário Dias -- esteve mais uma vez presente entre nós. Senão de corpo, certamente de espírito. É que a Prefeitura de Niterói inaugurou a Rua Jornalista Mario Dias, em frente à praça José Bedran, esquina da rua Miguel de Frias. Nem é preciso dizer que grandes nomes do jornalismo, da política e figurinhas carimbadas da cidade passaram por lá.

Minha história com Mário Dias remete a um dos aniversários do mestre de A Tribuna, Jourdan Amóra (também presente na cerimônia de descerramento da placa). Por três épocas distintas (anos 90, 2000 e 2010) fui funcionário de Jourdan, e convidado para seu tradicional churrasco de aniversário em Araruama. Após uma das festanças, Mário Dias me deu uma carona e me contou o seguinte:

-- Léo, você sabe quem é o melhor amigo do homem, não é|?

Eu respondi:

-- Não, Mário. Que eu saiba é o cachorro o melhor amigo do homem!

Ele falou: 

-- Engano seu. O melhor amigo do homem é o cachorro engarrafado --, e começou a rir, perguntando se eu não queria uma dose de whisky. 

Este era o Mário Dias, gonçalense de batismo, niteroiense de coração. Sempre visto em todas as festividades de carnaval da cidade. Também foi criador e editor do Jornal Casa da Gente, depois de sua subida para o andar de cima aos 78 anos (2021), levado adiante pela sua filha, Luana, que hoje mora na Europa. Outra lembrança que sempre me vem é sua luta incessante para desvendar o mistério das máscaras de chumbo, atribuído à ETs e discos voadores, caso policial que aconteceu na década de 60, no Morro do Vintém, atrás do Hospital Antônio Pedro. Esse assunto rendia, tanto com ele quanto com o saudoso Zaluar, numa época em que eu tinha por volta de 16 anos e já escrevia nos jornais locais.

Antes de mais nada, Mário Dias foi um cara bacana, daqueles que faz muita falta e deixa saudade. Na ocasião, foi representado pelo seu filho Mário José, além de vários amigos. O Prefeito de Niterói, Axel Grael, esteve presente e retirou a bandeira do seu time de futebol, Botafogo, que cobria a placa. Também esteve por lá o vice-prefeito Paulo Bagueira, colega de samba e carnaval de Mário Dias; e a querida Dayse Monassa. Além de Jourdan Amóra -- que, aliás, foi quem me apresentou ao Mário Dias e à Luana, sua filha -- estiveram por lá jornalistas do calibre de Márcia Demézio, Mario Caria Filho, Sandra Duarte, Renato Guima, Mauricio Alcaraz, Eduardo Junqueira e o global Otávio Guedes -- conhecido por ser de Niterói.

Como nessas cerimônias políticas e populares nem tudo é perfeito, constatamos a presença de jornalistas e funcionários da prefeitura notadamente simpatizantes de ideologias bolsonaristas -- o que é de total incoerência. Também um ou outro profissional arrogante e desqualificado, seja ligado à Imprensa ou seja do quadro da Prefeitura, não apagaram o brilho da estrela eterna de Mário Dias. Afinal, como bom assessor de imprensa e produtor, Mário Dias abraçava a todos. Sempre com um largo sorriso no rosto e um copinho de cerveja na mão. Parabéns à Prefeitura de Niterói pela justa homenagem. 

                                     Prefeito Axel Grael, dando entrevistas aos jornalistas presentes no local









segunda-feira, 5 de junho de 2023

Espetáculo relembra Chico Xavier em Niterói

 Chico Xavier Em Pessoa no Theatro Municipal de Niterói

Espetáculo é encenado pelo ator Renato Prieto, em memória dos vinte anos sem Chico Xavier



Estreia em Niterói, com três únicas apresentações no Theatro Municipal (07, 08 e 09 de julho), o espetáculo Chico Xavier Em Pessoa – encenado pelo ator Renato Prieto em memória dos vinte anos sem Chico Xavier. A direção é de Rogério Faria Jr., que aposta num formato transmídia – entre encenação e vídeo. O texto é do crítico de cinema Rodrigo Fonseca.

 

Francisco Cândido Xavier, nosso mais nobre médium e que desencarnou no dia trinta de junho de 2002, aos 92 anos, deixou um legado de amor e espiritualidade. Em meio a uma série de homenagens póstumas às duas décadas de sua ausência física, Renato Prieto, o mais bem-sucedido ator e produtor da dramaturgia kardecista do Brasil, retorna aos palcos emprestando seu talento ao homem que psicografou mensagens do Além para centenas de pessoas afoitas por acolhimento e carinho.

 

O espetáculo de Renato Prieto, Chico Xavier Em Pessoa, é uma experiência narrativa sobre a arte da escuta, escrito como se fosse uma sabatina, na qual o ícone brasileiro da doutrina espírita aceita a tarefa de responder perguntas cruciais para o entendimento das inquietações existencialistas de nosso tempo. O próprio Prieto encarna Chico, reproduzindo sua fé na humanidade, o jeito de falar ‘mineirês’ coloquial e os trejeitos.  Vozes de diferentes estrelas do teatro e da dublagem aparecem no espetáculo como os curiosos que interpelam o médium em busca de conforto e paz acerca do futuro, do hoje, do ontem, do sempre. Como dramaturgo, Fonseca mergulhou em todas as entrevistas históricas famosas de Xavier, tentando resgatar suas reflexões sobre a finitude, eternidade e o efêmero.

 

Classificado como “popstar do sobrenatural” pelo jornal O Globo, quando protagonizou o filme blockbuster Nosso Lar (2010), visto por quatro milhões de pagantes, Renato Prieto regressa ao teatro com uma peça inédita, dedicado ao maior médium do Brasil. O ator se engajou nos estudos de Kardec ainda moço, aos 18 anos, e passou a se dedicar ao chamado ‘teatro espírita’, em 1982. Numa pesquisa cênica do Além, o ator e produtor contabilizou 6,6 milhões de espectadores ao longo de uma série de quinze espetáculos teatrais, como “Além da Vida” e “A Morte É Uma Piada”. “Como qualquer outra manifestação das artes cênicas, o teatro de temática espírita precisa ter qualidade, conteúdo. E precisa ter bom texto, direção, iluminação. Em 2023, o ator será visto na continuação de Nosso Lar 2, chamada Os Mensageiros, e dirigida por Wagner de Assis, com Edson Celulari no elenco.


 

FICHA TÉCNICA:

 

Espetáculo: Chico Xavier Em Pessoa

Texto: Rodrigo Fonseca

Textos adicionais: Haroldo Dutra Dias, Dr. Carlos Eduardo Brito e De Lucca

Direção: Rogério Faria Jr.

Assistente: Victor Meirelles

Técnica: Marcio Boti

Produção: Projeto Renato Prieto 30 anos e Arte Faz Parte Produções.

Produção Executiva: Alessandra Carvalho/ Marcos Santos

Elenco: Renato Prieto (Chico Xavier)

Vozes: Élcio Romar, Carlos Caixeta, Victor Meirelles, Márcio Boti, Haroldo Dutra Dias,

Maira Cavalga, Roger Jr, Alessandra Meirelles, José P. Ferro, Elaine Marques,

Bernadete Vettorazzi, Dhu Moraes, Selma Brito, Iago Meirelles, Soninha de

Paula, Paulo Paixão e Juliana dos Anjos.

 

SERVIÇO:

 

Espetáculo: Chico Xavier Em Pessoa

Gênero: Adulto

Local: Theatro Municipal de Niterói 

Endereço: Rua XV de Novembro, 35 – Centro de Niterói. (21) 3628-6908

Dias: 07, 08, 09 de julho - de sexta a domingo

Horários: Sexta, às 20h. Sábado e domingo, às 19h

Ingressos: R$ 80,00 inteira e R$40,00 meia para estudantes, maiores de sessenta anos ou para quem doar um kg de alimento não perecível.

Vendas onlinewww.sympla.com.br

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

Produção Local: Cláudio Sardenberg

Assessoria de Imprensa Local: Comunicar Assessoria

Arlete Salles comemora 65 anos de carreira em Niterói

 ‘Ninguém Dirá Que é Tarde Demais’ comemora 65 anos de carreira da atriz Arlete Salles

Peça terá seis únicas apresentações em julho, na Sala Nelson Pereira dos Santos, em Niterói



Estreia no próximo dia 07 de julho, na Sala Nelson Pereira dos Santos, em Niterói – com apenas seis únicas apresentações – o mais novo espetáculo teatral da celebrada atriz Arlete Salles. Seu retorno aos palcos é com a comédia Ninguém Dirá Que é Tarde Demais, montada para comemorar seus 65 anos de carreira. De sexta a domingo, até dia 16 de julho.

 O texto original é de autoria de Pedro Medina, neto de Arlete, e com quem contracena no espetáculo. Além de Pedro, Alexandre Barbalho, filho da atriz, e o amigo Edwin Luisi também estão no elenco. A direção tem a assinatura de Amir Haddad, outro grande parceiro e amigo de Arlete desde a peça ‘Felisberto e o Café’, com quem trabalhou 35 anos atrás.

 

 “Estou navegando em sentimentos diversos e emoções fortes. Sinto muita felicidade e admiração em ver o meu neto se aproximando dessa profissão, crescendo de forma potente. Estamos aqui corajosamente, ainda na pandemia, ousadamente, com todos os protocolos sanitários, indo juntos para o palco. Não apresentaria meu neto como dramaturgo, se não tivesse confiança no talento dele”, conta Arlete. 


A PEÇA -- O texto da trama é inspirado na canção O Último Romance, da banda Los Hermanos. O autor Pedro Medina conta a história de Luiza (Arlete Salles) e de Felipe (Edwin Luisi). Por causa da pandemia, Luiza recebe, em casa, o neto Márcio (Pedro Medina). Paralelo a esta trama, Felipe, por problemas financeiros, vai morar com o filho Mauro (Alexandre Barbalho). Luiza e Felipe são vizinhos de prédios diferentes, com paredes grudadas, e estão muito sensíveis às questões da Covid-19, a problemas financeiros e domésticos e começam a implicar um com o outro sem saber a identidade de cada um. Até que um dia os dois, com máscara e álcool gel, vão rapidamente à rua, se encontram sem saber que são vizinhos e a trama se desenrola com muita leveza, humor, dando a dimensão da solidão desses dois septuagenários.

 

“Ainda não elaboramos todas as perdas que a pandemia provocou, mas entender o que já passou e o que ainda estamos vivendo, por meio da perspectiva do humor, da tolerância e do amor é a proposta da minha comédia”, explicou Pedro Medina. “Gosto de fazer um teatro esclarecedor. O teatro tem a função de iluminar as pessoas. E digo para todos: ninguém dirá que é tarde demais para coisa alguma. Sempre é o momento de colocar em prática o desejo”, disse à Imprensa, aos 84 anos, um dos diretores mais premiados e mais presentes na cena brasileira: Amir Haddad.

 

“Minha avó é uma colega de cena fantástica. Uma atriz que admiro muito. Tem sido muito bom estar com ela. E meu pai é aquela segurança. Sempre troquei com ele minhas questões relacionadas ao texto. Um privilégio no meio de uma pandemia conseguir fazer um projeto desse com minha avó e meu pai. Sou muito grato aos produtores pelo convite e estou muito feliz de poder mostrar meu trabalho como dramaturgo”, disse Medina.

 

 

FICHA TÉCNICA:

 

Texto: Pedro Medina

Diretor artístico: Amir Haddad

Diretor musical: Lúcio Mauro Filho e Máximo Cutrim

Elenco: Arlete Salles, Edwin Luisi, Alexandre Barbalho e Pedro Medina

Produtores Associados e Idealização: Rose Dalney, Túlio Rivadávia e Márcio Sam

Cenógrafo: José Dias

Figurinista: Carol Lobato

Iluminador: Aurélio De Simoni

Cinematografia: Charmon Audiovisual

Fotografia: Larissa Marques e Guga Melgar

Marketing Digital: Juliana Braga (Triunfo Estúdio Digital) e Tiago da Silveira (Aparato Virtual)

Produção Executiva: Sarah Alonso

Realização: Rivadávia Comunicação, Miniatura 9 Produções e Religar Comunicações

 

SERVIÇO:

 

Espetáculo: ‘Ninguém Dirá Que é Tarde Demais’

Gênero: comédia

Local: Sala Nelson Pereira dos Santos 

Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, 880. São Domingos, Niterói.

Dias: 07, 08, 09, 14, 15 e 16 de julho  -  de sexta a domingo.

Horários: sexta e sábado, às 20h30. Domingo, às 19h30.

Ingressos: de R$100,00, (inteira) à venda no www.sympla.com.br 

Classificação: Não recomendada para menores de 14 anos

Duração: 100 minutos

Produção Local: Cláudio Sardenberg

Assessoria de Imprensa Local: Comunicar Assessoria

segunda-feira, 29 de maio de 2023

Coyote Valvulado lança o blues Filme de Terror


Após dois álbuns e um EP, Jumento Fardado – onde foi um dos primeiros artistas na música independente a levantar criticas públicas ao exército e ao ex-presidente do Brasil – a banda Coyote Valvulado, do cantor, compositor e gaitista Oswaldo Coyote, lança seu novo single no próximo dia 02 de JUNHO, em todas as plataformas digitais.

Filme de Terror (Saudades do Meu Amor) foi composta por Oswaldo Coyote e Carlito Gepe. Coyote assume a gaita e canta a letra que mostra reflexões amorosas e afetivas, embaladas por uma melodia do mais tradicional blues dos anos 30, em formato quase acústico. Na guitarra, Lucas Manhães. Gravada em 2019 no projeto ‘Compositores do Rio’, do Centro de Referência da Musica Carioca, na Tijuca (RJ). Técnico de gravação e mixagem: Fabrício Oliveira. Masterizado por Leonardo Rivera, no AstroBoy Home Studio.

O cantor, compositor e gaitista Oswaldo Coyote mostra reflexões afetivas em nova faixa, que chega às plataformas em junho

Oswaldo Coyote oferece sua voz rascante, aposta na gaita e guitarra ao apresentar um trabalho que transita entre o blues e o folk. O material soa bem orgânico e raiz. A capa é um desenho do Coyote Valvulado inédito e exclusivo, feito utilizado a Inteligência Artificial pilotada pelo designer Igor Fiorelli, radicado em Brighton (UK).

Oswaldo e seu Coyote Valvulado freqüentam a mesma vibe de artistas como Raul Seixas, Sergio Sampaio, Ventania e Júpiter Maçã. Começou a carreira quando se jogou no Rio de Janeiro para mostrar o seu trabalho, em 2003, e já acumula 20 anos de estrada. Sua discografia está disponível em todas as lojas digitais e, em breve, lançará seu site oficial na web – para venda de produtos físicos, aulas, shows e muito mais.

Algumas de suas influências declaradas são Big Bill Bronzi, Jaco Pastorios, Cazuza, Lou Reed, Elvis Presley, Charles Mingus, Nina Simone, Alberta Hunter, Little Walter, Creedence, Jimi Hendrix, Robert Johnson e Chuck Berry. 

SOBRE O SELO ASTRONAUTA

O selo ASTRONAUTA DISCOS está na sua órbita! É um label com 4 ases: artístico + afetivo + autoral + artesanal, para quem gosta do melhor produzido em nossa cena pop/rock, o som eletrônico conceitual ou ainda a MPB vanguardista de nosso elenco e catálogo.

Criado e desenvolvido desde 1999 pelo produtor, escritor e jornalista Leonardo Rivera quando deixou o Departamento Artístico da PolyGram/Universal Music, o selo Astronauta é uma forma de Rivera imprimir sua digital nos lançamentos – sempre em parceria com os artistas e empresas estratégicas (Universal Music, Warner Chappell, Sony Music, UBC, Tratore, Nikita, etc). 


Em novembro de 2023 comemora 24 anos de existência apontando para o futuro e celebrando as atividades ininterruptas, em mais de duas décadas, sempre se preocupando com resgates e com a revelação e profissionalização de novos artistas. Lança álbuns e artistas que não recebem a devida atenção no departamento artístico das grandes gravadoras; acredita no equilíbrio entre a música e o mercado; e respeita expressões artísticas legítimas. Por tudo isso é a casa para o artista no início de sua trajetória e um foco de resistência para o talento do futuro.

Já lançamos os dois primeiros discos dos Autoramas ('Stress, Depressão & Síndrome do Pânico' e 'Vida Real'), a estréia do trio Galaxy, de Beto Lee, e álbuns de Luis Capucho, Mathilda Kovak, Saara Saara, Maniva, Zeroballa, Vitrolas, Mr Sombra (com participação de Cássia Eller), Mestre Kuca, Coyote Valvulado, Prosaico, Mykonos Flame, André Barroso & Banda. Ainda lançamos O Divã Intergaláctico (com participação especial de Júpiter Maçã), Darma, Mykonos Flame, Ju Martins, Senhor Kalota, Versus, Lanzé, GRV, Los Bife; singles de Chico Chico, Cris Braun e Zé Ibarra; faixas e álbuns de Paul Rock & Zé Ramalho, Pedra Relógio, Marcela de Sá, Satoru, Muddora, Maverick Benedicto e tantos outros que passaram e ainda vão passar pela nossa curadoria. 

Visite o site oficial e saiba mais em www.astronautadiscos.com.br


quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Livro sobre o início da Legião Urbana será lançado no Rio

 


A obra registra a trajetória do músico paranaense Kadu Lambach, primeiro guitarrista e cofundador da banda, e traz composições e manuscritos inéditos de Renato Russo

O livro “Música Urbana: O Início de uma Legião” (Edição Independente) do jornalista André Molina, será lançado no Rio de Janeiro esta semana, em dois eventos, após os lançamentos em Brasília, Curitiba, Belo Horizonte e São Paulo.

No dia 02 de dezembro, sexta-feira, às 19h, o primeiro guitarrista da Legião Urbana, Kadu Lambach (conhecido no início da década de 80 como Eduardo Paraná) e o jornalista farão uma sessão de autógrafos na Blooks Livraria (Praia de Botafogo, 316 - lojas D e E), seguida de um bate papo com o autor e o entrevistado. Em seguida, pocket show de Kadu Lambach. O preço do livro é R$ 60,00.

 

Já no dia 03 de dezembro, sábado, às 22h, Kadu e banda vão realizar um show no Empório 37, em Ipanema, relembrando vários sucessos da Legião. Entrada limitada à lotação da casa, com ingresso a R$ 15,00.

SOBRE O LIVRO

Em “Música Urbana: O Início de uma Legião”, André Molina resgata os bastidores da fundação da Legião Urbana a partir de entrevistas realizadas durante um ano com Kadu Lambach — primeiro guitarrista da banda, apelidado de “Eduardo Paraná” durante sua passagem por Brasília, entre o final dos anos 1970 e o início dos 80. O livro apresenta composições e manuscritos inéditos de Renato Russo. O preço do livro é R$ 60,00.

"Foi uma grande oportunidade ter a confiança do Kadu Lambach para escutar suas histórias e poder escrever. As pessoas conhecem a trajetória da Legião Urbana só a partir da formação que se consolidou após gravar o primeiro álbum. Os anos anteriores, com ensaios, os desafios, as brigas e as primeiras decepções estavam só na memória do Kadu. O livro é o  tijolo que faltava para compreender a história da banda", diz o escritor.

Além desses depoimentos, o livro conta com documentos guardados pelo guitarrista por mais de 30 anos. Entre eles um texto de apresentação da banda escrito por Renato Russo e uma letra do compositor que ficou perdida no tempo: "Dois Corações". O prefácio é assinado por Carmem Manfredini, irmã do cantor Renato Russo. Em Belo Horizonte, a obra foi lançada na Bienal do Livro e, em Brasília, o livro se tornou parte da Rota do Rock de Brasília, por iniciativa da Secretaria de Turismo do Distrito Federal.

LANÇAMENTO COM SHOW

No sábado (03) Kadu Lambach e banda farão única apresentação no Empório 37, tradicional casa de rock em Ipanema. No repertório, as primeiras músicas da banda de Renato Russo, que retratam os dois primeiros anos da Legião – quando Eduardo Paraná aka Kadu Lambach integrou a banda ao lado de Renato Russo, do baterista Marcelo Bonfá e do tecladista Paulo Paulista. No show não vão faltar, também, composições inéditas do Renato Russo, que Kadu Lambach deixou guardadas em seu baú por mais de 30 anos.

"Vou reviver com os fãs da Legião Urbana esse período inicial do grupo e lembrarmos-nos da época em que compusemos as primeiras canções e os primeiros ensaios. Algumas músicas chegamos a ensaiar, mas a banda não gravou. Nos meus shows toco algumas delas, como "Vicio Moderno" e "Medieval", diz Kadu Lambach.

Quem também participa do evento é o cantor Gui Lopes. Influenciado pelo rock inglês, o músico já se apresentou inúmeras vezes no Cavern Club, bar de Liverpool que revelou The Beatles.

O ingresso para o show será R$ 15,00, sujeito à lotação do espaço.

SERVIÇOS:

Eventos: Lançamento do livro “Música Urbana; o início de uma Legião” e show de Kadu Lambach em Ipanema

Datas e Horários: Sexta, 02 de Dezembro, às 19h (Lançamento do livro); e Sábado, 03 de Dezembro, às 21h (Show com Kadu Lambach).

Locais e Endereços: Lançamento do livro na Blooks Livraria (Praia de Botafogo, 316 - lojas D e E); Show com Kadu Lambach no Empório 37 (Rua Maria Quitéria, 37, Ipanema – RJ).

 

terça-feira, 12 de julho de 2022

Tia Surica vai animar a roda de samba na tradicional feijoada do Candongueiro

 

No próximo dia 17 de julho, domingo, a partir das 13h, a tradicional casa de samba Candongueiro, em Niterói, recebe Tia Surica, presidente de honra da Portela e uma das pastoras mais queridas, em sua tradicional feijoada, para cantar muito samba.

Os ingressos podem ser comprados antecipadamente pelo zap comercial (21) 97284 1830.

Iranette Ferreira Barcellos, popularmente conhecida como Tia Surica, é sambista, cantora e intérprete de samba-enredo. Surica é presidente de honra da Portela e integrante da velha-guarda da escola.

 


                                                               SOBRE TIA SURICA

 


Nascida em Madureira, aos quatro anos, já desfilava pela Portela, presa à cintura da mãe Judith, acompanhada de perto pelo pai, conhecido como Pio. O apelido "Surica" foi dado por sua avó, ainda na infância. Em 1966 Surica foi puxadora do samba-enredo "Memórias de um Sargento de Milícias", de autoria de Paulinho da Viola, ao lado de Maninho e Catoni. Em 1980 entrou para a Velha Guarda da Portela, a convite de Manacéa. Até hoje Tia Surica permanece fiel ao bairro onde nasceu, morando em uma vila, bem próxima à sede da Portela. Sua casa, conhecida como "Cafofo da Surica", é palco de festas memoráveis. Em 2003, aos 63 anos, Tia Surica lançou seu primeiro álbum musical, cujo repertório reúne a elite de compositores da Portela como Monarco, Chico Santana e Anice. Em 2022, após o falecimento de Mestre Monarco, Surica assumiu o posto de presidenta de honra da Portela, tornando-se a primeira mulher a assumir a honraria. 

                                                    SOBRE O CANDONGUEIRO

Em três décadas de existência, a respeitada casa de samba, já recebeu grandes nomes da música como Beth Carvalho, Arlindo Cruz, Dona Ivone Lara, Luiz Carlos da Vila, Monarco, Moacyr Luz, Guilherme de Brito, Walter Alfaiate, Nelson Sargento, Délcio Carvalho, Dudu Nobre, Aniceto do Império, a Velha Guarda da Portela, entre muitos outros sambistas e compositores que se juntam aos músicos do Candongueiro para fazer muito samba de raiz, acompanhados pela alegria do público, que canta e dança, fazendo o evento ser único.

Considerada por muitos, como a melhor roda de samba do Brasil, a roda do Candongueiro retoma suas atividades, sempre com participações especiais. Reconhecido por sua fidelidade ao estilo e pela consistência musical, proporciona interação com o público, uma vez que a mesa sem palco permitia a proximidade com os músicos, em sambas cantados ininterruptamente em coro e batidos na palma da mão, como os antigos faziam.

SERVIÇO:

Evento: Roda de Samba com feijoada e participação de Tia Surica da Portela

Data: Domingo, 17 de Julho

Horário: a partir das 13h

Endereço: Estrada Velha de Maricá, nº 1554, em Pendotiba, Niterói-RJ.

Ingresso: R$ 25 antecipado e R$ 30 na hora

Classificação Etária: Livre

Informações: (21) 97284 1830

Pagamento antecipado somente via PIX, caso queira link de pagamento solicite no ato da compra. Fazemos reserva de mesas para aniversariantes com grupos de dez pessoas ou mais. E o aniversariante ganha duas cortesias. PARA GARANTIR SEU INGRESSO ANTECIPADAMENTE, faça um pix para clarineta.mendes@gmail.com (em nome de Ivan de Lemos Basto Mendes), mande o comprovante da transferência, nome e CPF pelo whatsapp. No dia, seu nome estará na lista e você receberá uma pulseira na entrada para ingresso no recinto. NÃO RESERVAMOS INGRESSOS SEM ENVIO DO COMPROVANTE DE PAGAMENTO. A compra de ingressos antecipados é limitada e pode ser feita até sábado, dia 16/07, às 12:00h. ATENÇÃO! INGRESSO COMPRADO NA HORA APENAS NO DINHEIRO! É necessário apresentar comprovante de vacinação COVID

Facebook/candongueiro.oficial

Instagram: @candongueiro.oficial

 

 

quinta-feira, 7 de julho de 2022

Shows sertanejos no ‘Arraiá do Engenho Country’ este sábado

 





Pela primeira vez a dupla Thiago Silva & Alexandre, os cantores Emerson Campos, Priscilla Campos e o Dj Wlad se apresentam juntos em Niterói



Anarriê, que a festa vai ser boa! Neste sábado (09 de Julho), a partir das 22 horas, o Engenho Country (Engenho do Mato, Niterói) vai receber um time de peso da nova música sertaneja para embalar a festa julina mais animada da Região Oceânica. Pela primeira vez a dupla Thiago Silva & Alexandre  e os cantores Emerson Campos, Priscilla Campos e o Dj Wlad se apresentam juntos no mesmo evento.

O Engenho Country já é uma casa de shows tradicional do estilo em Niterói, e o evento promete reunir toda juventude da cidade que curte as novidades do gênero musical. Vai ser imperdível.

Priscilla Campos

A ex-atriz mirim a e agora cantora sertaneja Priscilla Campos, natural de Niterói, ficou famosa no programa infantil do Canal Futura, Teca na TV. Ela interpretava a protagonista Teca, uma menina criativa e esperta. Em 2002, no período de reprises de alguns episódios de Teca na TV, foi convidada por Walcyr Carrasco a fazer uma pequena participação no seriado infantil da Rede Globo, Sítio do Pica-pau Amarelo, em que viveu na pele da pequena Bruxinha Lua Cheia. Com o sucesso do programa Teca na TV, em 2003, retorna ao Canal Futura para gravar uma nova temporada. Os episódios foram reprisados ao longo do ano e em 2004 gravou sua última temporada como Teca. Em 2005, ela fez uma pequena participação em Floribella da Band como a personagem Luli. No cinema a atriz esteve em Gatão de meia idade, no curta-metragem Nada Vale e protagonizou o filme Uma Patricinha de Caráter.

Entre a adolescência e o início da fase adulta, encarou um hiato artístico, apresentando-se apenas em igrejas. Em 2016, volta ao meio artístico, atuando como cantora de música sertaneja. Faz até três shows por noite, apresentando-se em todo o estado do Rio de Janeiro. Também criou um canal no Youtube, dedicado a covers de sucessos de grandes artistas, como Luan Santana e Marília Mendonça. Em 2017, apresentou sua primeira música autoral ao grande público, Eu Mereço Mais. “Sempre gostei de música sertaneja por influência do meu avô, mas demorei a me decidir pela carreira de cantora. Acabei casando com um apaixonado por esse estilo e ele me incentivou muito”, diz a estrela.

Thiago Silva & Alexandre

Surgida em Sorocaba (SP) e agora no Rio de Janeiro, a dupla Thiago Silva & Alexandre gravou seu primeiro DVD de musicas autorais em 2016, com destaque para a música “Chora no Whisky”. Também fizeram parte do Circuito Brahma Oficial, que os levou a se apresentar nos principais rodeios do Brasil, como os de Barretos, Jaguariúna e Americana. Thiago Silva vem do samba e do pagode, enquanto Alexandre veio do rock n roll.  A mistura deu certo e, com carisma e boa música, eles fazem um sertanejo diferenciado – que inclui autorais e os clássicos do gênero, que não podem faltar.

Emerson Campos

Depois de muitas temporadas tocando no Predileto, bar no Pólo Gastronômico do Jardim Icaraí, em Niterói, o artista Emerson Campos se apresenta no Arraiá do Engenho Country com todos os sucessos de seu repertório: desde músicas autorais até canções românticas, sertanejos e pop clássico das últimas décadas.  Youtube: https://www.youtube.com/c/EmersonCamposOficial/

 

SERVIÇO:

Evento: ‘Arraiá do Engenho Country’ – com shows de Thiago Silva & Alexandre, Emerson Campos, Priscilla Campos e Dj Wlad

Data e Horário:  09 de Julho, Sábado, às 22 horas

Local: Engenho Country

Endereço:  Rua São Sebastião, 28, Engenho do Mato, Região Oceânica, Niterói, RJ

Duração: 2h00

Ingresso: R$ 30,00 (Preço Único)

Informações e vendas antecipadas:  (21) 97185 0385

Classificação etária: 18 anos

 

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Murilo Carvalho lança, dia 14, no Leblon, livro sobre Sergio Reis



Conhecido como um dos maiores cantores sertanejos de todos os tempos, dono de carisma singular, Sérgio Reis já foi Johnny Johnson. Já cantou rock, já foi funcionário de uma companhia de seguros e estoquista no Bazar Lorde. Já foi fazendeiro, estrela de cinema e dono de pousada no Pantanal. Seu primeiro instrumento musical foi um pandeiro. Sua escola de música, as farras e serestas em família.

Sérgio Reis: Uma vida, um talento, biografia do cantor que também é ator e político, apresenta estes e outros detalhes surpreendentes de uma vida repleta de aventuras, conquistas e descobertas. Narra desde a história de seus avós paternos, que migraram da pequena vila italiana onde viveu o autor do clássico infantil Pinocchio, até a homenagem recente que recebeu na aldeia Ki-Kre-Tum, uma reserva caiapó do Pará. Passa pelo envolvimento de Sérgio com a Jovem Guarda, a adolescência a bordo de uma vespa, a devoção a São Judas Tadeu, a viagem a barco pelo norte do Brasil, em 1968, a famosa participação ao lado de Almir Sater na novela O Rei do Gado, como a dupla Pirilampo e Saracura — e em outras tantas novelas juntos, em leal parceria —, a amizade sincera com Renato Teixeira e o acidente vascular cerebral que teve em pleno voo, em 2002.

Ao mesmo tempo, o livro compõe uma saborosa viagem pelo cenário cultural de diferentes épocas do Brasil. Relembra a época áurea de cinemas paulistas como Marabá, Ipiranga e Marrocos, nos quais se exigia até dos adolescentes que usassem terno e gravata. Passa pela Jovem Guarda, pela Tropicália, pelos programas de calouro, pela era dos festivais, pelo BRock dos anos 80. Explica por que a viola é muito mais do que o símbolo da música do interior. E ainda traz à tona episódios marcantes do cancioneiro popular, como o show de Orlando Silva no Teatro Colombo, em 1937, quando o cantor acabou fazendo uma apresentação na sacada, para as 10 mil pessoas que não conseguiram entrar no auditório já lotado. Ou a história por trás da clássica canção Rosa, de Pixinguinha, que ganhou letra de um jovem e desconhecido mecânico do bairro carioca de Engenho de Dentro, nada menos que 15 anos depois de criada a melodia. Ao fazer isso, o livro resgata figuras fundamentais das artes brasileiras, como Teddy Vieira, o mais importante letrista de músicas sertanejas e responsável pelo sucesso de vários artistas caipiras, e João Pacífico, poeta fundamental do cancioneiro caipira-sertanejo. Foi este, aliás, quem fixou um estilo antigo e caipira de se declamar, antes da música, um texto que, de certa forma, prepara o tema central.



De quebra, a biografia de Sérgio Reis ainda lança luz à história da música sertaneja no Brasil. O autor refuta a tese de que sua gênese estaria no grupo de cantores e humoristas — a Turma Caipira — criado por Cornélio Pires nos anos 1920, uma vez que há registros de gravações como “Cateretê Paulista” já em 1912. Além disso, os Teatros de Revista já apresentavam peças de inspiração caipira em 1914.

Sérgio Reis — que, na verdade, se chama Sérgio Bavini, mas que atende também pelo apelido de Serjão — buscou desde cedo um estilo diferente de cantar. Queria fazer sua arte sem os grandes arroubos dos nomes que faziam sucesso nas rádios, como Francisco Alves, mas também não desejava cantar com o estilo suave e quase jazzístico de Orlando Silva. A busca por uma marca própria norteou sua vida, levando-o a experimentar diversas vertentes artísticas. A biografia do artista mostra como foi o contato com a potência e a diversidade do país que levaram Serjão a encontrar seu caminho. “Desde cedo, o Brasil representou pra mim uma aventura que precisava ser descoberta”, afirma, em entrevista para o autor do livro.

Sérgio Reis: Uma vida, um talento traz, ainda, inúmeras fotos de época, além da discografia completa do cantor. Suas páginas revelam não apenas causos e fatos que despertam a curiosidade de amantes da música caipira, mas também compõem um retrato abrangente e sensível da exuberância que tem marcado a música popular no Brasil.


TRECHO

A decisão de enveredar de vez pelo universo da música caipira não foi fácil. Sérgio já era conhecido na Jovem Guarda, tinha um público fiel, era bom compositor e sua voz melodiosa agradava o público adolescente. Convivia com todo o grupo – Os Vips, The Jet Blacks, Ronnie Von, Roberto Carlos, Erasmo, Celli Campello, mas especialmente com Tony Campello, que já havia se tornado, além de cantor, um produtor eficiente. E, depois, os direitos autorais de suas músicas começavam a render o suficiente, e ainda havia a receita de shows que fazia em várias regiões do país.

“Eu mesmo me pergunto como foi essa mudança”, diz Sérgio Reis numa tarde de conversa na Serra da Cantareira, onde vive, em São Paulo, vizinho de seus dois inseparáveis amigos: Renato Teixeira e Almir Sater. “Tenho certeza de que começou quando eu era ainda menino e acordava cedo para ouvir o programa do Tonico e Tinoco, Na Beira da Tuia, que eles apresentavam na Rádio Bandeirantes. Embora eu tenha nascido em São Paulo, na zona Norte, sempre fui fascinado pelas coisas do interior. Ter convivido com todos os tipos de música, que ouvia também em casa – meu pai era um belo seresteiro –, acho que foi determinante pra essa minha fascinação. Desde cedo, o Brasil representou pra mim uma aventura que precisava ser descoberta. Eu sonhava com fazendas, com boiadas, com uma vida livre. Assim que comecei a viajar, fazendo shows, ainda no tempo da Jovem Guarda, esse desejo de conhecer melhor o Brasil se aprofundou em mim. E, depois, a música sertaneja era a música que eu mais gostava de escutar.”

Na verdade, ninguém no grupo da Jovem Guarda sequer acreditou na história do Sérgio – essa bobagem de cantar sertanejo. Tomavam como mais uma esquisitice ou quase uma piada, já que o Grandão era, talvez, o mais animado e engraçado de toda a turma, sempre alegre, sempre buscando alguma brincadeira nas longas viagens de ônibus.

O AUTOR

Murilo Carvalho nasceu nas montanhas do Sul de Minas Gerais. Jornalista, escritor e diretor de documentários para TV, trabalhou nos principais veículos de comunicação do país. Foi repórter do jornal Movimento, responsável pela seção “Cenas Brasileiras”. Trabalhou ainda na Folha de S. Paulo, na Rádio Nacional e em revistas da Editora Abril. Dirigiu programas rurais nas TVs Bandeirantes e SBT, além de programas de rádio. Sua obra inclui vários livros de reportagem sobre o Brasil profundo e sua gente. O livro de contos Raízes da morte recebeu o prêmio do concurso de contos do Paraná, em 1974. Recebeu também, em Portugal, o prêmio Leya, em 2008. Nos últimos 25 anos, dirigiu um programa de rádio apresentado por Sérgio Reis, o Siga Bem Caminhoneiro, em cadeia nacional de 170 emissoras. Vem daí sua amizade e convivência permanente com Sérgio Reis.



Título: Sérgio Reis: Uma vida, um talento

Tinta Negra - Grupo Editorial Zit

Autor: Murilo Carvalho

Páginas: 256

ISBN: 978-85-5908-035-3

Preço: R$ 34,90

Dimensões: 18x23cm

À venda nas livrarias e na loja virtual Fokaki (www.fokaki.com.br )



Serviço lançamento:

Data: 14 de setembro, sexta-feira, às 19h
Local: Livraria da Travessa – Shopping Leblon - Telefone: (21) 3138.9600
End.: Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – loja 205 A – Leblon – RJ.

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